CAPÍTULO TRÊS

1462 Palavras
Samurai Depois de deixar Analu na escola dela nem dei muita confiança pra ela, mina maluca, já disse que eu não quero nada sério com ela, aceitou as minhas regras porque quis sentar na minha p**a e agora quer ficar me tonteando com esses papos de querer ser fiel. Estava tão puto com isso que quase atropelei uma pessoa no caminho, parei com o carro em cima dela, a mesma estava com pressa que não reparou que deixou a identidade cair no chão, sai do carro pegando a mesma do chão, chamei por ela, mas já tinha sumido. Fiquei olhando a foto daquela identidade, nossa como ela era linda. "Camilla Queiroz De Avellar." Muito linda essa morena, preciso encontrar essa mulher de novo. Entrei no meu carro e voltei pro morro. Fui direto pra boca principal e começou mais um dia de trabalho. Estou eu aqui separando as drogas para distribuir, quando chega a Laura, uma mina que eu como as vezes que é doida pra ser minha fiel, mas eu não assumo p**a. -- Esqueceu de mim meu amor?- falou colocando a mão na cintura. -- Não esqueci minha preta, só que eu estava ocupada comendo outra buceta.- falei pra irritar mesmo, a Laura é gostosinha, mas tá sempre me irritando. -- Passou a noite com a p*****a do asfalto não foi, não sei o que tu vi nessa sem graça, sou bem melhor que ela.-- ela falou fazendo biquinho. -- Laura, acho melhor tu meter o pé, tô cheio de coisa pra fazer e não to querendo  sair da lógica contigo hoje.-- falei sem paciência. -- Mais tarde vamos nos ver?-- ela perguntou eu assenti. Ela saiu toda sorridente. Resolvo puxar um beck pra relaxar essas putas acha que são minhas donas.  Primeiro foi a Analu tonteando a minha mente logo de manhã cedo.  Não tenho fiel e nem quero ter, mas se um dia eu tiver não será nenhuma delas, disso eu tenho certeza. Se bem que a morena de hoje me fez sentir um bagulho estranho pra c*****o, aqueles olhos verdes. Peguei meu celular, entrei no i********: e procurei por ela.  Quem sabe com ela eu sossego, ou não né. Deus me livre desse m*l. Balanço a cabeça para afastar esses pensamentos, quando olho pra frente vejo BN meu braço direito e meu amigo me olhou rindo. - Tá rindo de quê c*****o? Tenho cara de palhaço? - Mais um pra irritar. -- Tô rindo de você aí falando sozinho. Ta viajando legal com baseado. Aproveita e passa um pra cá.- Dou um baseado pro meu mano e ficávamos puxando um beck Ele sai pra fazer umas cobranças e eu fico fazendo a contabilidade na boca até anoitecer. Achei a morena no i********:, já tenho até o número dela. Sou rápido quando eu quero as coisas. Depois pego minha moto e resolvi dar um rolê pela minha comunidade pra ver como tá.  Apesar de ser um homem temido e c***l falo com todos no meu morro, conquistei o respeito de todos aqui. Tô viajando nos meus pensamentos, quando começo a ouvir os gritos vindo de uma casa perto da praça. Paro, pego o meu rádio e aciona os vapor. Rádio on SAMURAI: WL vem pra praça agora e chama os outros vapor, tem um um B.O aqui pra resolver. WL: Tamo indo chefe. Rádio off Aguardo eles chegarem. Já estou com a minha Glock em punho. Os meus soldados chegam e junto com ele vem o BN. -- Que gritaria é essa mano?! - BN Perguntou assim que desceu da moto. -- Sei não mano, mas vamos descobrir agora. - Falo fazendo um sinal para eles entrarem na casa. Os vapor entram primeiro no quintal, ele verifica se não tem ninguém de tocaia e depois eu entro metendo o pé na porta. Quando entro na casa vejo um cara em cima de uma mulher que deve ter uns 25 a 30 anos. O cara se assusta quando me vê. Mano, no meu morro não aceito essas p***a de estupro não.  Dou logo uma coronhada na cabeça dele o cara cai por cima da mulher, que esta chorando e muito assustada.  Mando ele se recompor e se vestir. E tentou acalmar ela. -- Tudo bem com a senhora? - Pergunto tirando minha blusa e entregando pra ela, já que o desgraçado rasgou a roupa dela. -- si..sim. - Ela fala com a voz meio trêmula. - pode me chamar de Lurdes.- falou colocando a minha blusa.  -- Bom dona Lourdes, a senhora pelo visto não é do meu morro certo?! - Ela assentiu com a cabeça.-- Então pode me dizer como veio parar aqui? - Pergunto calmamente. -- Eu estava no ponto de ônibus, quando esse cara parou de carro, apontou uma arma pra mim e mandou eu entrar se ele atirava ali mesmo. - ela começou a chorar de novo. Eu tentei confortá-la. Apesar do meu jeito c***l, não aceito essas coisas no meu morro. -- Fica calma dona Lurdes o pior já passou. Vou pedir pra um dos vapor levar a senhora até a entrada e a senhora segue para sua casa.- disse. Tiro duas notas de cinquenta reais e dou pra ela pegar um táxi. Chamo um dos vapor e dou minhas ordens. Ela me agradece e em seguida saí porta a fora. Agora é hora de me resolver com esse cuzão aqui. WL joga um balde de água no cuzão e acorda assustado. -- E Ai cuzão?! Tá pensando que no meu morro é bagunça pra tentar estupra mulher aqui p***a. - Ele tenta falar, mas eu não deixo dou logo um socão na cara dele. E mando chamar os vapor papa **. Em menos de minutos chega três vapor que gosta de comer um **. Me viro pro cara e falo. -- Tu gosta de pegar mulher à força né. Agora se prepara que vão comer seu ** até você não aguentar mais.- pausa. -- Leva ele pro quartinho da tortura e come esse cuzão da p***a até ele não aguentar mais. E quando eles terminarem jogar esse cuzão no pneu, vira churrasquinho.- ele sai se debatendo e chorando. f**a se isso pra mim é música para os meus ouvidos. Depois disso resolvi ir pra boca de novo. Tô estressado, preciso fuder um pouco, ligo pra uma v***a e mando ela correr pra boca. Em menos de minutos a v***a entra na boca. -- Me chamou Mozão?!- em tempo recorde a Carol chega, ela é gostosinha dá pro gasto. - Mozão é o meu p*u Carol. Agora cala a p***a da boca e vem me chupar gostoso.- Me sento e a v***a vem me chupar gostosinho.  Quando sinto que vou gozar, mandou a v***a levantar e tirar a roupa. E assim ela faz. -- Agora deita e abre as pernas. - ordeno. Assim ela faz como eu mando.  Coloco uma camisinha no meu p*u e começo a meter firme nessa v***a. Que geme igual uma doida.  Até que essa v***a é gostosinha.  Vou metendo mais forte e a v***a grita que gemendo i**************a, mas eu nem me importo. Saio de dentro dela.  E mando ela ficar de quatro e eu vou comer o ** e me posiciono bem na entrada do ** dela, ela se retrai um pouco, mas eu vou firme e meto meu p*u de vez só. A v***a grita de dor, mas depois começa a gemer pedindo mais, vou firme cada meto mais forte até eu gozar. Saio de dentro dela e me levanto, jogo umas notas de 100 nos p****s dela e vou pro banheiro me banha.  Quando eu saio a v***a ainda está aqui. -- Porque tu ainda tá aqui?!- essas minas não se mancam. - Porque agora é a sua vez de me agradar.- O que essas vadias têm em mente. -- É melhor você ir embora antes que te quebre na porrada.- Ela sai sem falar, é assim eu gosto! Saio da boca, pego minha moto e vou direto pra casa. Tomo um banho rápido e desço pra comer alguma coisa.  E vejo minha mãe chegando da igreja. Minha não é crente não, mas sempre vai aos cultos, deve ser pra orar pela minha proteção. Beijo minha Coroa que é a razão do meu viver.  Peço a bênção e vou pro meu quarto tomar um banho e me jogo na cama.  Pego meu celular vendo a foto que a morena postou no status, simplesmente linda, só de pensar os p*u no cu vendo isso, me sobe uma raiva. [Status - Morena ❤] Não me contento e manda uma mensagem pra ela. Logo ela me respondeu. Ficamos conversando por um bom tempo. Tô dizendo, essa mulher vai ser minha, ou eu não me chamo Samurai...
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