CAPÍTULO DOZE

1195 Palavras

CAPÍTULO DOZE Seavig galopava para oeste, levando centenas de guerreiros de Esephus, determinado a cumprir a ordem de guerra de Duncan contra a frota Pandesiana. Ele sabia que as probabilidades estavam contra si e que a batalha no mar provavelmente iria terminar na sua morte. No entanto, isso não o detinha: era o que de digno havia a fazer pelo seu país. E por Duncan, ele faria qualquer coisa. Enquanto cavalgava Seavig pensava na dimensão da frota Pandesiana. Ele sabia que aquela teria de ser a batalha mais brilhante que ele e os seus homens jamais travariam no mar. Ele vivia para momentos como aquele, momentos em que estava encurralado, em que as hipóteses eram sombrias; ele fervilhava quando a situação exigia que ele não fosse apenas um grande guerreiro, mas também um guerreiro astucio

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