CAPÍTULO DEZOITO Merk mantinha-se na proa do pequeno navio, com Lorna ao seu lado, navegando na escuridão da noite até a costa ocidental de Escalon. O Arrependimento estava calmo, estranhamente calmo. Tudo o que era audível era o salpicar suave de minúsculas criaturas marinhas que saltavam ao longo do casco. Merk olhou para baixo e viu-as a nadar ao lado do seu navio, a seguirem-no, iluminando a noite com as suas escamas fluorescentes ao brilharem sob a água. Merk deu por si a perder-se nos seus padrões coloridos e brilhantes, sentindo como se todo o mar o estivesse a seguir. Mais uma vez Merk estava num navio com Lorna, dando por si novamente dominado pelo que sentia por ela. Ele nunca se tinha realmente sentido perto de ninguém na sua vida, nunca se tinha sentido confortável na presenç

