Aquela noite, o chão parecia mais frio do que Astrid se lembrava. Os quartos como sempre silenciosos, e o corredor vazio. As paredes rústicas e tinta que descascava aos poucos era como a marca daquele lugar que mesmo depois de anos não havia mudado nada. Ela não sabia o motivo ao certo para estar ali, mas sentia que precisava voltar sozinha. O Agente Blake não estava nem um pouco afim de caminhar vagarosamente pelos corredores e aquela tal de irmã Glória não seria capaz de mostrar para ele o que tinha no subterrâneo daquele convento. E foi o que ela fez. Desceu as estreitas escadinhas até um portão de ferro que era guardado por um segurança que quando a viu, achou que fosse mais uma assombração, Astrid conseguiu imobilizar ele sem muito esforço, o deixando desacordado, levando em conta q

