Capítulo 7 - Leon

1043 Palavras
Fui há casa de mamma, antes de entrar fui ao jardim fumar e encontro Luna e Aurora conversando. Elas não percebem minha presença, sou acostumado a andar sem fazer barulho. Escuto Luna perguntando sobre sexo para Aurora, ouço toda a conversa e me sobe uma raiva quando Aurora fala que já dormiu com muitos homens. Como ela deixa qualquer um encostar em seu corpo? Quantos já foderam aquela b****a? E mais importante por que eu tô me perguntando isso. Merda. A vida dessa garota não me interessa. Já sei preciso me desestressar, vou numa boate hoje a noite beber e fuder alguama mulher gostosa. Dou uma passada rápida e falo com minha mãe, na saída dou de cara com Luna e Aurora, ao falar com Aurora a raiva me consome novamente. Já a noite me arrumo para ir a boate, coloco uma calça jeans preta rasgada nos joelhos, uma camisa social preta também que marca bem meus músculos, dobro as mangas e deixo aberto alguns botões para deixar minhas tatuagens a mostra. Estou indo para a Luxúria, o nome da boate já diz tudo. Logo quando chego já vem um monte de p**a se atirando para mim, escolho duas, hoje vou fuder as duas para me satisfazer. Estou no camarote com cada uma delas sentada em cada lado de um sofá, não sei o nome delas, nem me interessa. Rocco aparece, e está acompanhado de Luna e Aurora, as duas sentam numas poltronas redondas e Rocco vem até mim. -Como vai fratello- me comprimenta. -Por que trouxe aquela garota?- pergunto me referindo a Aurora. -A Luna pediu que queria a companhia dela como não conhece ninguém. Elas ficam sentadas mais afastadas de nós enquanto Rocco se sentou em uma poltrona perto de mim, ficamos conversando sobre negócios. Meus olhos queimam emcima de Aurora,ela veste uma shorts de couro preto curto, quase mostrando a poupa de sua b***a, uma blusa de alcinhas parecida com um espartilho deixando um pouco de sua barriga a mostra. Ao se levantar vejo mais uma tatuagem, parece o r**o de uma cobra do lado da coxa e olhando mais para cima vejo a cabeça da cobra desenhada do lado de seu quadril. Fico duro ao imaginar que aquela tatuagem deve passar bem ao lado de sua b****a. Ela volta do bar e entrega uma bebida a Luna e fica bebendo whisky, nunca conheci mulher que gosta se de whisky. As putas continuam se esfregando em mim, enquanto conversamos sobre negócios, eu , Rocco e alguns aliados. Vejo uma cara chegando perto de Aurora, ele é moreno, ele fala com as duas, elas riem, ele cochicha algum no ouvido de Aurora. Ela franze as sobrancelhas parecendo irritada, se levanta, ele sente em sua poltrona e ela senta no colo dele. Droga. Como ela ousa sentar no colo de outro homem na minha frente, vejo tudo vermelho, a raiva me sobe. Ouço Rocco me chamando, olho para minha mão sangrando, eu tinha estourado um copo de whisky de tanto odeio. No banheiro vejo que o corte não foi grande coisa, não vai precisar de pontos, um band aid resolve, penso enquanto eu lavo as mãos. -O que aconteceu?-Rocco pergunta entrando no banheiro. -Nada. -Você é forte mais não ao ponto de quebrar um pouco de whisky sem querer. O que te irritou? -Já falei que nada. p***a tá parecendo a mamãe. Vou para a varanda fumar, na verdade eu fumo em qualquer lugar dentro da boate mais não quero o Rocco me enchendo o saco. Quando a vejo, o motivo da minha raiva, Aurora. Ela está debruçada no parapeito, com a b***a empinada, não tinha reparado mais ele tem uma b***a gostosa, não é grande, é pequena mais redonda parece um pêssego. Chego mais perto e vejo ela fumando. -É feio mulheres fumarem- falo ascendendo um cigarro. -Que bom, nunca quis que me achasse bonita mesmo- ela sempre tem uma resposta na ponta da língua. -O que lhe falta é um homem que te ponha no teu lugar- falo soltando a fumaça-Precisa de um homem de verdade. - Leon tu não tem nada mais importante para fazer que torrar minha paciência, vai lá t*****r com aquelas duas, quem transa não enche o saco dos outros. Agarro ela pela cintura e emprenso contra a parede. -Você tem que aprender a calar essa boca- falo pegando seu queixo. -Pra você nunca- vejo os olhos de uma fera pronta pra me atacar. Ela nunca abaixa a cabeça pra mim, p***a, isso faz meu p*u dar sinal de vida. O que mais queria era calar aquela boquinha enfiando meu p*u nela, fico bufando igual uma fera. - Agora me larga- ela tenta se soltar e eu a aperto mais. Não sei como aconteceu, só sei que quando me dei conta tinha mordido bem na curva de seu pescoço. Ela me dá um tapa na cara, vejo que já ficou uma marca vermelha escura em seu pescoço, fico hipnotizado olhando aquilo. Como pensei é muito fácil deixar marcas por seu corpo. -Que merda você fez? - ela fala raivosa. -Te dei uma tatuagem nova - falo com deboche. -Você tá bêbedo, tá fedendo a álcool- tinha bebido bastante, mas não o suficiente para não saber o que faço- Por isso vou deixar passar. Fico olhando sua figura voltando para dentro da boate, vou logo atrás e vejo que ela está com a camisa do cara moreno cobrindo a marca que acabei de fazer. Vou para um dos meus apartamentos, não o que moro, um outro que tenho e fodo as duas putas. Eu sou dominador, não do tipo de cordas e brinquedos, mais adoro sexo mais duro, mordidas, tapas, puxão de cabelo, adoro ver as mulheres submissas a mim. Hoje eu estava mais selvagem que o normal enchi as duas de marcas e fodi muito mais mesmo assim não estava satisfeito. Dispensei as duas e vou para a varanda fumar e beber. Estou no quinto cigarro, e só me pergunto por que ando tão irritado.Hoje fiz tudo que gosto com aquelas duas e por mais que gozava não estava satisfeito, me deu mais satisfação quando vi aquela marca aparacendo na pele branquinha de Aurora. Não. Não. Mil vezes não. Eu não posso estar atraído pela Aurora.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR