"*" Eduarda
Depois que eu pede para o perigo ir na minha antiga casa ele permitiu então eu fui, ele até que é de boa não viu o lado mau dele e nem quero ver. Vou caminhando pelos corredores do morro e vejo o gaiola sair da casa da Marta, tadinho mau sabe ele que meu irmão fica com ela todo dia, o irmão dele podia abrir o olhos que estão fechados neh.Chego em casa e destranco a porta, tomara que meu irmão não esteja em casa.
- David ?. Chamo ele mais sem respostas. Então eu vou correndo pro meu quarto.
Pego uma mala que tinha em cima do meu guarda roupa e vou colocando as roupas de qualquer jeito, pego uma bolsa e coloco meus perfumes que graças a Deus estão ali e meu irmão ainda não vendeu, são todos importados dei meu suor para conseguir todos, pego uma caixinha que lá tinha várias fotos,essas fotos são tudo que eu tenho da minha infância, por meu irmão ter me empurrado da escada quando eu era pequena eu acabei perdendo um pouco da minha memória que até hoje não volto. Coloco a caixinha na mala e depois pego outra mala pequena coloco minhas langerri, meus pijamas e mais um pouco de roupas, fecho as malas e coloco elas no chão e saio arrastando as mesma.
Indo para sala tenho um maldito azar, meu irmão tinha acabado de chegar, ele me olha no fundo dos olhos e da um sorriso de lado eu já tremo na base, eu morro de medo dele.
- Olha só, a princesinha voltou sentiu minha falta foi?
Eu não digo nada simplesmente, saio arrastando as malas, só que o infeliz me puxa pelo braço fazendo eu soltar as malas e já coloco a bolsa no chão com medo dos meus perfumes e cremes quebrarem.
- Falei com você ca****o. Ele diz irritado e aperta meu braço.
- Aí! Tá me machucando David. Tento me soltar mais é impossível. Eu sou magra e meio frágil o que eu odeio em mim.
- Por sua culpa eu não posso mais pegar drogas aqui no morro sua p**a. Agora pronto eu tenho culpa de nada.
- Eu não tenho culpa se você não pagou suas dúvidas, você deveria me agradecer que eu tô pagando no seu lugar. Eu digo, mais me arrependo amrgamente de ter continuado a falar. - Eu não sou a drogada aqui e mesmo assim tô pagando essa maldita dívida só para salvar sua pele, eles iam te matar, sai dessa vida seu drogado.
Eu só vejo ele da dois socos no meu rosto, eu caio no chão com a força que ele tinha e depois mete dois chutes na minha barriga, começo a tosse igual uma doido procurando ar. Eu tenho asma e isso complica as coisas.
- TÁ CHAMANDO QUEM DE DRO**DO SUA P**A! Ele grita e saia caminhando para o quarto. -FICA AI QUE EU VOU MA**R VOCÊ.
Eu junto forças da onde eu não tenho pego as malas e minha bolsa e saio correndo dali. Começo a tosse muito por conta da asma e vejo a dona Maria me socorre.
- Meu santo Deus , o que ouve minha filha. Ela gruta seu filho e que aparece ele me ajuda e ela sai arrastando as malas, eles me levam para o postinho que atendem e disse que foi só um ataca de asma e passou remédio nos meus ferimentos, por conta dos socos eu cortei minha boca. A médica me estrega duas bombinhas de asma e disse para eu tomas cuidado.
- Minha filha, se você quiser o Caio te ajuda com as malas até sua casa. Diz a dona Maria ajeitando meus cabelos.
- Se não for incômodo dona Maria eu vou querer. Falo meio tímida e dou um sorriso.
- Fica tranquila meu filho vai te ajudar. Ela sorrir.
Me despeço dela e o Caio saio segurando as duas malas e eu só levo a bolsa, ele é um moreno muito bonito dos olhos verdes, alto e musculoso.
- Obrigada por me ajudar Caio.
- sem cao dona sempre vou tá aqui pro que precisar, mais acho que tu deveria falar disso pro perigo ninguém aqui aceita mulher apanhar. Ele diz olhando para mim.
- Eu vou pensar sobre isso, mais tenho medo ele é meu irmão, minha única família. Dou um sorriso triste.
- eu tô ligado morena, mais tu não merece isso não pô, tu é trabalhadora e responsa e fica devendo sapo de um muleque daquele.
Ele tá certo, porém ele é meu irmão não quero que matem ele, agente continua conversando até chegar a casa do perigo me despeço dele e agradeço novamente então entro para dentro, vou para quarto e ajeito tudo e é claro chorando neh. Depois deu terminar vou para cozinha preparar algo para comer o perigo logo logo tá em casa e eu não quero que ele me veja assim. Termino de fazer o almoço e vou para sala e vejo ele jogado no sofá, vou direto em direção a escada. Só que ele me chama, o santo porquê?!.
Eu o responde e então ele disse para eu virar para ele, eu viro mais de cabeça baixa, ele diz para levantar a cabeça então eu levanto, aí está, ele me olha com uma cara de odeio e pergunta duas vez quem fez isso.