Eleanor não conseguia sentir fome com aquele fedor, mas sentia um frio no estômago, um enjoo horrível que a deixava com náuseas. O homem começou a andar rastejando a perna e ambos seguiram. Subiram a escada lentamente com o som da chuva formando um presságio mortal. Algo estava lá em cima, mas nenhum grito ou som fora emitido até o momento em que estavam ali. Aquele cheiro era agoniante; só tentavam prever o que encontrariam. A casa toda rangia e estalava, cada madeira era como uma contagem ansiosa para o fim. Seguiam por um corredor, com alguns quartos. A maioria estava selada, com tábuas e pregos gigantes; ninguém ficava ali fazia muito tempo. Tudo estava coberto por teias de aranha. Victor passava a mão no véu difuso para passar, deixando algumas grudadas no seu corpo. Estava todo molh

