– Como...como assim? Gaguejei com medo do que poderia ser. Mesmo que ensinado desde pequeno a ser um homem forte e corajoso, eu não deixava de sentir medo diante do desconhecido. Mesmo sem forças para muitas coisas ela abanou as mãos pálidas em minha frente e tentou me alertar mais uma vez. – Não aceite! Não deixe que toquem em você! Me prometa! Agarrando minhas mãos ela exigiu exasperada com os olhos inquietos e postura enrijecida. Mesmo perdido eu afirmei sem entender o que poderia estar acontecendo. – Se você precisar de ajuda eu...- Antes que ela pudesse dizer mais qualquer coisa, a porta do quarto foi aberta por aqueles seguranças que me pegaram pelos braços me arrancando de perto dela. Vi o medo nos olhos dela e senti uma enorme vontade de chorar ao perceber que estavam me le

