CAPITULO 8.

890 Palavras
CAPÍTULO 8. LUNA POV. Estava na frente de meu guarda-roupa fazia meia hora, não tinha ideia do que usar... Então, abri meu aplicativo de montar looks, tirei fotos de algumas peças, as que mais gostava. Logo o aplicativo montou um look perfeito. Ele era composto por um vestido branco de alças peludinhas justo até a cintura e pela saia rodada, de comprimento até uma altura um pouco acima do joelho. Calcei uma sandália de salto prateada, e me olhei no espelho. Encarei meu cabelo, que estava preso num coque, pois tinha o prendido para fazer minha maquiagem, que estava mais pesada do que de costume. - Vamos lá Luna, pensa, o que poderíamos fazer? - murmurei. Peguei meu celular novamente e abri o YouTube, procurando por penteados faceis de fazer. Enquanto estava vendo, uma notificaçao apitou, uma mensagem de Petter. “estou chegando em vinte minutos...” Droga... ainda não to pronta... Respondi Petter e voltei minha atenção para o vídeo. [.........................................................] Finalmente acabei! - exclamei feliz, olhando satisfeita pro espelho. Chequei a hora, faltava cinco minutos para Petter chegar, então peguei minha bolsa e desci até o hall do prédio, observando a noite estrelada. Que noite perfeita, está fresco e reluzente... Logo vi um taxi parar na minha frente e vi Petter sair da porta de trás. Estava maravilhoso.... PETTER POV. Saí do carro, indo até Luna, que estava linda, meus olhos brilhavam ao vê-la, tive que me conter para não soltar um “uau”, mas não funcionou. - Como estou? - perguntou sorrindo tímida - Você tá linda demais... - a fiz dar um girinho e a ouvi rir. Me aproximei, e segurei seu rosto, depositando um beijo em seus lábios que como eu amava, tinham gosto de morango. - Melhor irmos Petter, a Lou deve estar arrancando os cabelos com a nossa demora. - Luna falou e eu ri concordando. A tomei pela mão, a puxando para irmos para dentro do carro. O motorista seguiu um trajeto que demorou certa de vinte minutos para chegarmos ao restaurante. Ao pararmos, peguei o motorista, e saí do carro, estendendo a mão para Luna, e a vi encarar a fachada do restaurante. - Bonito e chique não? - me olhou. - Pois é, sua amiga tem bom gosto... - falei. - Sempre teve, é ela que escolhe minhas roupas no shopping... - É mesmo? - a olhei e ela concordou. - Uma hora eu quero escolher suas roupas... - sorri malicioso, a vendo corar. - É- é melhor entrarmos...- cobriu o rosto tentando ocultar sua vermelhidão. - Ei, não cobre teu rosto não meu amor, você vermelha é adorável.. - falei e a vi corar mais ainda e eu ri. - Para Petter! - me deu uns tapinhas no ombro. - Ok, ok... Adentramos no restaurante, e observamos o local, que estava um pouco cheio, até que achamos Louise abanando para nós. Fomos até a mesa, até que Luan nos viu, nos encarando surpreso. Puxei a cadeira para Luna se sentar, e me ajustei na cadeira ao seu lado. - Amiga você tá L-I-N-D-A!!!! Maravilhosa... e essa roupa, fui eu que escolhi, modéstia à parte. - Louise riu, fazendo Luna e eu rirmos também. - Concordo Louise, Luna está uma verdadeira princesa...- falei a vendo sorrir e depositei um beijo em sua bochecha. - Petter, isso faz cocegas! - riu e eu sorri. - Tô achando vocês tão fofos juntos, um casal lindo. - Louise suspirou. - Obrigado Louise, eu realmente não imaginava que veria Luna novamente, nem que me apaixonaria pela garotinha que eu cuidava. - sorri dando um beijo na mão de Luna, que sorriu para mim, mas ouvimos um riso abafado, e olhamos para Luan. - Quer dizer que você foi a babá dela? - Luan! - Louise repreendeu. - Fui Luan..- falei seco. - Não sabia desse seu gosto..- Luan falou pra me provocar, era nítido. E foi aí que eu me irritei... - Luan, entenda uma coisa: eu não namorei com ninguém, por que nunca me apaixonei, e por sempre ter meu pai em cima de mim com trabalhos doidos na adolescência, mas quando reencontrei a Luna, eu me apaixonei de cara por ela, pois esse amor sempre existiu... ela é a MINHA mulher... -praticamente gritei na cara dele – ah, e fica esperto com quem namora, pode estar cometendo uma baita burrada em falar assim..., vem Luna, vamos! Puxei Luna para fora do restaurante, e passei a mão pelos meus cabelos tentando me acalmar. Observei a loira ao meu lado, com uma feição triste. - Mil desculpas meu amor, Luan se paga de adulto mas é mais criança do que imagina, ele sempre foi idiota... - E então por que ele ainda é seu amigo? - me olhou. - Temos um pacto, e precisamos um do outro, mas nos damos bem na maioria do tempo. - Entendi...- a mesma virou o rosto. - Eiii, olha pra mim... - virei seu rosto pra mim. - Sei que a noite não foi como planejado, mas que tal irmos até minha casa comer uma pipoca e ver um filme, só nós dois... A vi sorrir. - Acho bem melhor, do que ficarmos por aqui... - falou mais animada e me abraçou, eu retribui feliz. - Então vamos. - Trocamos um beijo e pedi um taxi.
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