Uma noite de sexo

1178 Palavras

Acordei com alguém deitado atrás de mim e me apertando no seu abraço. De conchinha. Ah não. Espera. Não. Não. Eita p***a! Não. Lembra Manu, lembra.  [...] Eu lembro que eu fiquei provocando ele. Eu tava muito bêbada. Então eu tropecei e caí por cima dele, e falei que ele tinha ciúmes até do chão, porque ele nem deixou o chão me tocar. Eu sou toda doida. Aí ele me empurrou na parede e falou: — Cala essa boca, p***a! — e me beijou. Isso foi excitante. Até vindo dele. Eita beijo selvagem! Ele tava com tanta raiva que me apertou forte na parede enquanto me beijava. Dava pra sentir TUDO meus irmãos. Eu cedi. A praga tem um beijo muito bom, apesar da gente estar com gosto de bebida na boca. Ele subiu sua mão deslizando até minha nuca, seus dedos ficaram entre os fios dos meus cabelos

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