Acordei com alguém batendo forte na porta. Era uma batida insistente. — JÁ VAI CARAMBA! — levantei da cama mais dormindo que acordado e vesti um short pra segurar o revolver no quadril. Quem sabe meu inimigo não veio tentar me matar logo cedo? Cheguei perto da porta e tentei ver quem era. Era minha irmã. Abri a porta com os olhos fechados por causa da luz do dia. — Isso é hora de bater na porta dos outro? — 10 horas Gringo. 10h e tu ainda dorme. Tá doente?! — ela adentrou na minha casa toda estressadinha. Caramba, 10h! Eu dormi tudo isso?! — Sei lá se tô doente. Eu sei que nem vi o dia amanhecendo. — bocejei. — A Manu ligou. Ela reclamou que você não atende. Agora eu levei um leve susto. Meu coração bateu até um pouco mais forte. Sem exagero. Isso não é legal. Me deixa assustado

