A pequena finalmente se levantou do colo do ômega e o deixou estivar suas pernas um pouco, mas ela voltou a se sentar no canto da sala, ela estava desidratada e isso o preocupava muito, ela era muito nova para ser tão magra. Andou pelo cômodo tentando ver direito como era o espaço e se sentiu enjoado quando viu a região ensanguentada na outra extremidade do lugar. Engoliu o ácido em seu esôfago e respirou fundo. Já irritado de tanta demora, andou até a porta e começou a dar murros nela para tentar chamar a atenção, mas nada. A casa estava em completo silêncio, talvez Ed tenha saído ou ido dormir. Frustrado, coçou seus olhos e se apoiou na porta, sentindo a vontade de chorar novamente. Apoiou sua testa na madeira e respirou fundo várias vezes para se manter firme, logo olhou para a ômega

