Andei até meu carro, que geralmente ficava estacionado próximo ao rio que tinha propriedade, costume que eu havia ganho com o tempo, pois havia uma casinha de dois quartos, era tão simples, mas durante muito tempo foi o lugar em que minha mãe, minha Irmã e eu moramos. Nos tempos em que meu pai recebia ameaça de morte, ou que as brigas entre eles eram grandes demais, ela saia de casa, pegava nossas coisas e ficávamos ali. A chave da casa nunca passou para outras mãos, Amélia mantinha uma cultura de sempre dispensar os funcionários ao fim do dia, e cuidava da própria casa nos finais de semana, em casos extremos pagava a mais para uma diarista.
Mas nenhum funcionário dormia na mansão, ela sempre dizia que seus auxiliares deviam passar o resto do dia com suas famílias.
Fiquei ali do lado de fora, terminando maço de cigarros sentado no capo do carro, lembrando dos momentos de minha infância, quando aquela casinha era cheia de vida. Eu nem me importava com a grandiosidade da mansão atras dela, sua pequenez fazia parte de seu charme. Meti a mão no bolso no short, tirei o molho de chaves e fui até a porta de madeira da entrada, estava emperrada, por ser velha demais, mas acabei me surpreendendo ao ver que dentro estava tudo muito limpo. Era como se o tempo parasse ali dentro. A casinha era um quadrado perfeito, com uma sala pequena, dava apenas um sofá de três lugares e uma mesinha de centro com uma vitrola em cima, uma cozinha ligada a sala, havia uma mesa redonda com três cadeiras coloridas, a vermelha que era minha, azul que era de minha mãe e a verde que era de Isabella, eu mesmo havia as pintado quando era pequeno. o banheiro era escondido debaixo da escada que dava para o segundo andar. Na segunda andar, os quartos tinham apenas as camas cobertas com lençóis brancos, as cômodas estavam vazias, e os espelhos cobertos, provavelmente alguma superstição de Amelia.
Voltei para o andar de baixo, fiquei sentado em minha cadeira, vi que a geladeira da casa estava ligada, mesmo não tendo ninguém morando ali a anos, abri na esperança de que tivesse algo ali dentro, tinham algumas garrafas de cerveja, água, e umas poucas vasilhas com frutas cortadas e sobras de doces.
— É, alguém esteve aqui para lhe dar vida.
— Deixei os empregados usarem a casa para as comemorações deles. Espero que não se importe. — A voz de Amelia surgiu da porta de entrada. Estava usando um hobby vermelho, enrolada nos tecidos de cetim para enganar o frio.
— A casa é sua.
— Sabe que não.
Fechou a porta atras de si, tirou o hobby, o lançando sob o sofá, revelando a camisola que usava por baixo. Era na altura das coxas, um tecido de renda avermelhado, com uma camada e tecido de algodão por baixo. Era transparente o suficiente para perceber o contorno de seus s***s e sensual demais para se observar numa luz fraca. Amelia tinha s***s fartos, qualquer roupa que vestia fazia com que exibisse um decote. Ela tinha um corpo magnifico, perfeitamente desenhado, pelo menos para mim era.
Caminhou lentamente até mim, seus pés descalços quase não faziam barulho. Controlou-me com o olhar, não me levantei até que estivesse diante de mim. Sentou-se em meu colo, deslisei as mãos por suas coxas, até os quadris. Não usava nada por baixo da camisola, eu adorei senti-la em meus dedos.
— Certeza de que quer ficar por cima? — Perguntei enquanto beijava seu pescoço, meus dedos agora deslisavam em direção a alça de sua camisola, as desci o suficiente para observar seus s***s, os beijei em seguida.
— Que tipo de pergunta é essa?
— É que eu não vou deixar você sair de cima de mim até eu terminar. Quero saber se você aguenta.
Ela sorriu. O sorriso mais descarado e provocante do mundo. Abaixei os olhos em direção aos seus s***s, eram divinamente belos, cheios, chamavam meus lábios para eles, ordenavam que eu estivesse com eles em minha boca. O fiz, os mordisquei delicadamente, passei minha língua por sua aureola, sentindo-a estremecer prazerosamente. m*l sabia eu que ela também me faria estremecer, como nenhuma outra mulher fez.
Encaixou-se perfeitamente em mim, nem consigo me lembrar em que momento ela abaixou meus shorts, quando percebi já estava sentindo seu corpo descendo ao meu, engolindo-me. Ela desceu tão lentamente, como se fosse duro demais adentrar em si, ali dentro estava tão apertado, tão quente, e ao mesmo tempo tão molhado. Não pude deixar de escapar um leve gemido ao sentir aquela sensação. — Nunca, dentre todas as pessoas que levei para cama, ouviram sequer um grunhido meu. Porém, com ela fora tudo diferente. — Minhas mãos queriam estapear suas coxas, me contive, levei uma das mãos até sua nuca, puxando seus cabelos, tentando conter os gemidos que queriam sair de minha boca. De fato, ela era uma amazona, mas cavalgou em minha de uma maneira tão diferente da primeira vez que nem reconheci.
Porém, começou a ficar difícil de me conter no momento em que eu vi o sorriso mais malicioso do mundo sair de seus lábios. El afez um movimento com os quadris, os balançando para frente e para trás, senti suas mãos puxarem meus cabelos, a cada segundo balançava com mais intensidade. Decidi que o lugar de minhas mãos seria em sua cintura, guiando os movimentos de seu corpo. Admirei seu corpo, sentindo o pulsar que vinha de dentro de si. Aquilo era como se fosse a oitava maravilha do mundo, aquela mulher era incontrolável, enviada por Afrodite, com um fogo incontrolável. Por sua respiração, senti que estava se aproximando de um orgasmo, porém eu não queria que aquilo terminasse, queria devorá-la a noite toda, aproveitar cada pedacinho daquela casa velha, fodê-la de tantas maneiras que me faltariam palavras para descrever.
— Agora não! —Disse eu em seu ouvido. —Se segure um pouco mais.
— Não... vou... conseguir... — Arfava, seu orgasmo estava quase se tornando explosivo.
— Eu estou mandando, Porrä!
A carreguei, jogando-a por cima da mesa, derrubando a garrafa que estava por cima. Segurei seus braços no alto da cabeça, por sorte a mesa de madeira era forte o suficiente para aguentar a força de minhas penetrações. Mudei o ritmo, retratando seu orgasmo, mas não lhe tirando o prazer. Ela mordia os lábios, evitando os gemidos mais altos, a casa era longe da mansão, mas não podíamos nos dar ao luxo de transãr aos berros. Eu gostava de provocá-la daquela maneira, penetrando com intensidade enquanto ela se controlava para não berrar. Amelia ainda estava meio vestida com a camisola de renda, a tirei de seu corpo, rasgando-a, provavelmente ela reclamaria comigo depois, mas a sanidade não combinava comigo no momento do sexö. Sentei-me novamente na cadeira, trazendo ela presa a mim, subindo e descendo seu quadril em mim, olhei em seus olhos, eles ardiam, seus cabelos começavam grudar na testa por conta do suor, eu sabia que ela não desejava parar tão cedo, e que a mudança repentina de posição agira nela como pólvora.
— Continue! —Disse em tom de ordem, era o único lugar em que eu podia mandar naquela mulher incontrolável. ela sorriu, apertou meus nãos, as levando para seu seio. Voltando transpor seu corpo em mim, eu sentia como se dentro dela fosse um vulcão, era prazerosamente quente, e seus movimentos para frente para trás, causavam arrepios em todo o corpo.
— Seu... desgraçado! — Disse ela estapeando meu peito, voltou a puxar meu cabelo, minhas mãos não queriam se conter, dei leves socos na base de seus quadris, me segurando cada vez mais forte, era como um demônio dentro de mim estivesse latejando para sair e fodër aquela mulher por todos os cantos. Mas ela estava se saindo tão bem em cima de mim, ela estava sendo tão divina, tão imperante.
Porém, algo inesperado aconteceu. Ela puxou meus lábios para os seus, nunca tive aquela sensação com ninguém. Nunca, tem toda minha vida, com os incontáveis parceiros que tive, senti que um beijo tocasse não apenas meu coração, mas também minha alma. E acho que ela também sentiu isso. Após nosso beijo, ficamos nos olhando, por meio segundo pude ver seus olhos mais profundamente. O que era auilo? Ela ainda estava sobre mim, ainda puncionava seu corpo, balançava seus quadris, mas seus olhos estavam diferentes. Talvez eu estivesse diferente.
—O que houve?
— Nada. —Tentei espantar o devaneio de minha mente, foi quando percebi que ela não poderia ficar mais em cima de mim, seus lábios tinham que se manter distantes dos meus. Com uma de minhas mãos a virei, a fiz apoiar-se na mesa, quanto ainda rebolava seu corpo sob o meu, ciente de que eu estava malditamente fisgado por aquela mulher