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974 Palavras

Barão Eu fiquei ali, observando Suzy se debater na cadeira. O ódio nos olhos dela era palpável, e, mesmo estando amarrada, sua presença ainda exalava uma força que eu sabia que só a fazia mais difícil de controlar. Mas, para o meu plano, isso não importava. Eu precisava dela aqui, e agora ela ia entender que ninguém, nem mesmo família, estava acima do que eu precisava conquistar. Sampaio entrou no galpão com aquele sorriso de sempre, como se tudo fosse um jogo. Ele não estava nem aí para a situação de Suzy. Ele apenas queria garantir que a sua parte na jogada estivesse em andamento, mesmo que isso significasse colocar mais pressão sobre mim. Já fazia tempo que ele estava aproveitando essa situação. Sampaio: — Joguem água nessa vagabunda. Eu olhei para ele com uma expressão impassível.

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