Serpente As luzes do galpão começaram a piscar. A tensão no ar era palpável. O som de tiros e gritos ecoava pelas paredes, enquanto nós, ainda tentando nos manter discretos, sabíamos que não íamos ter muito tempo. O Máscara estava fazendo o que sabia de melhor, cortando as câmeras de segurança e dando o sinal de que as entradas estavam abertas. A pressão aumentava a cada segundo. Tinha que ser rápido, o plano tinha que ser infalível. Não dava mais para adiar. Eu já estava ali, com o revólver em mãos, preparado para o que fosse necessário. Quando o JC e eu nos aproximamos do ponto central, eu vi o Barão. Ele estava tentando sair pela saída lateral, sua expressão arrogante ainda tentando passar uma confiança que eu sabia ser falsa. Eu sabia que ele não tinha medo, mas hoje a coisa ia ser d

