Sheila faz beicinho. — Podemos colocá-la em um pote, para que ela não cresça mais? Eu rio, estendendo a mão e esfregando as costas de Alaia. — Parece tentador. Eu respondo, chegando mais perto e deitando minha cabeça ao lado dela enquanto observamos a nossa filha se mover ao redor da cama. — Parece que foi ontem que ela nasceu. Sheila suspira. — Eu sei, ela cresceu em um piscar de olhos. Eu quero que ela fique pequena para sempre para que ela nunca nos deixe. Eu sorrio com carinho e entrelace meus dedos com os dela. — Ainda não estou pronta para pensar nisso. Admito, me inclinando, segurando o pé de Alaia e puxando-a de volta para nós antes que ela rasteje até a beirada da cama. Ela ri e rasteja novamente. — Volte aqui, sua pequeno ratinha. Eu rio, puxando-a para trás, e ela gargalha. —

