47... Não era o planejado, mas quando me dei conta o dia já se aproximava do seu fim e ainda não havíamos deixado o hotel para nada, nem mesmo para uma simples caminhada. O momento aproveitado para por tudo em ordem, havia sido tão bem aproveitado quanto seria em uma missão de risco contra pessoas tão poderosas quanto Paul e o governo alemão. Não havia nada para lamentar, nada para se arrepender. Abrindo um leve sorriso para o último dizer em meio ao assunto que se estendia sem limites, Mayla se levantou com suas mãos presas as minhas e nos encaminhou para a saída do quarto. Ela parecia querer respirar ar puro, se divertir enquanto o tempo ainda estava ao nosso lado. O qual estava ali apenas para causar surpresas indesejáveis, trazendo junto a si, tudo o que desejávamos evitar a qualque

