47... De pé encostada no batente daquela porta, tudo o que eu sabia fazer, era distanciar os pensamentos ruins e focar apenas naquilo que era observado pelos meus olhos. Por um longo tempo, fiz do descanso de Mayla o meu momento de paz. Me sentia bem por saber que ela estava melhor, mais tranquila com tudo. Assim como era aparentado, enfim ela estava realmente bem, pronta para novas aventuras. Sua feição durante os longos minutos que me mantive apenas olhando pra ela, me dizia isso. A respiração cada vez mais calma era o complemento que poderia faltar. E o modo como o travesseiro foi abraçado em algum momento, me tirou um sorriso mais do que sincero. Me levando a acreditar que dessa vez as lembranças vagavam por momentos leves, lhe mostrando algo que representava alegria. Algo que não po

