Mayla... Quando acordei, não havia pensado em nada, nem mesmo tive tempo para isso. Tudo o que invadia a minha mente era a satisfação por finalmente ter conseguido encontrar algo pelo qual busquei por dias. Mas tudo se esvaiu no momento em que a vi naquele estado, de joelhos aos pés daquele homem com o ferimento de uma bala em seu peito, além de muitos outros pelo seu belo rosto, braços e até mesmo abdômen. Eu me descontrolei ao ouvir sua voz se esvaindo em uma frase quase inaudível que não lhe pertencia. – Eu sinto muito, Ayla - no momento em que a fitei as lágrimas tomaram posse do meu olhar, mas se derramaram apenas quando a ouvir se pronunciar. O meu mundo estava se despedaçando bem a frente dos meus olhos. – Ahh! - deixando as minhas cordas vocais em um tom agudo e sofrido, o grito
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