CAPÍTULO 3

2295 Palavras
Depois que Anastásia saiu, eu não à vi mais na festa. Eu não sei o que houve com ela, mas ela não apareceu mais ali. Também não quis ficar, estava ansioso pela conversa com Ray no outro dia. Então desce na recepção e pede à chave do meu quarto. Eles me disseram que meu quarto era no sexto andar e era somente colocar minha digital para à porta abrir. Peguei minha pequena mala que havia deixado ali quando cheguei e subir para descansar. Entrei no quarto e vi que era de um luxo maravilhoso. Tudo que eu estava acostumado. Tirei minha roupa e peguei meu celular para ligar para minha verdadeira mulher. Disquei o número dela e após o terceiro toque ela atende. - Oi amor, tudo bem? Ela pede assim que atende. - Tudo e você? - Ótima. E como foi à festa oi está sendo à festa? - Eu já sair da mesma. Não quis ficar. Estava muito boa, mas nao gosto desse tipo de festa. - Tem que se acostumar meu amor. Afinal de contas teremos à nossa festa e você terá que dar atenção à todos nossos convidados. Sorrio. Não vejo à hora de me unir à ela. - Eu sei. Não vejo à hora de me unir à você. Não vejo à hora ficarmos juntos. Ela não sabe o quanto à amo. - Eu também amor. Não vejo à hora de ficarmos juntos e ricos. Sem preocupação nenhuma em nossas vidas. Ela tem à mesma intensidade de amor por mim. E você à conheceu? - Eu já conhecia ela Bella, mais nova, mas já acontecia. - E como ela está agora? É bonita? Sorrio. Mulher quando não se preocupa com ela, se preocupa com à outra que pode trazer concorrência. - Nada que você tenha que se preocupar. Deixo à tranquila. Não tenho olhos para outra mulher que não seja ela. - Mas me fala, ela é bonita? Fecho meus olhos lembrando dos olhos azuis tristes. - Sim. Ela é bonita. Afirmo à verdade. - Você se sentiu atraído por ela? - Claro que não Bella. - Christian eu não quero você dormindo com ela. Aqui temos que ser práticos. Você está se casando somente pelo dinheiro, mataremos ela e depois ficaremos livres para viver às nossas vidas juntos. - Eu sei disso. E eu não pretendia dormir com ela. Respiro fundo. Isso vai ser complicado demais. - Apesar de achar que pelo menos uma vez você terá que t*****r com ela, somente para dizer o casamento foi consumado. Nisso ela tem razão. - Nisso você tem razão. Passo as mãos na cabeça. - Mas é só uma vez Grey, nada mais que isso. Não quero você vindo fazer amor comigo com o cheiro dela impregnado no seu corpo. - Não precisa se preocupar. Tudo que eu fizer será para nós. - Eu sei. E assim que você se casar já começamos à colocar nosso plano em prática. Com as ervas ela não vai durar quatro meses. E assim você ficará livre para mim. Seremos só nós dois. - Não vejo à hora disso acontecer. - Teremos que arrumar um jeito de nos vermos sem ela desconfiar. - Podemos nos ver seu apto. - Há não Christian. Você bem que poderia me deixar morar na casa dos seus pais. Me deito na cama. Aquele lugar para mim é sagrado. Não gostaria de ninguém morando ali, porém por outro lado, onde vou morar com Anastásia? Meu apto já não vai existir daqui uma semana. E acredito que ela não vai querer comprar uma casa em Seattle. - Bella... - Nem venha me dizer que está receoso de morar lá. À casa é enorme e linda. Ela me interrompe. Mas como ela sabe que à casa é linda? Nunca à levei lá. - Como você sabe que à casa é bonita? Fiquei curioso agora. - Não sei, estou imaginando. Então deixa eu ficar lá, assim você vai poder ir para lá sem ela saber de nada. - Eu não sei ainda. Vamos deixar isso para conversar depois. Tenho que ver os termos para me casar e ter dinheiro para comprar um apto para morar com Anastásia. - Eu se fosse você não gastaria um centavo com ela. Podemos fazer uma troca. Vocês podem vir para meu apto e eu vou para casa dos seus pais. - Não vai dar Bella, não acho que Anastásia é mulher de viver em um apto de dois quartos. Ela está acostumada com luxo. Sou sincero. Não acho que Anastásia viveria de uma forma tão humilde. - Então compre o que tiver que comprar, só não levando ela para morar na casa dos seus pais. Será uma possibilidade se não tiver dinheiro para comprar um outro apto. Eu quero também saber dos termos desse casamento. - Conversarei com Ray amanhã na hora do almoço. Depois vou pegar o voo de volta para Seattle e vou direto para seu apto. - Te esperarei. - Boa noite amor. Já estou com saudades. - Eu também. Amanhã vamos matar à saudade. Vou te esperar com aquela camisola que você adora. - Vou dormir e sonhar com você vestida nela. Te amo. - Também te amo. Desligamos e eu fui tomar um banho. Acordei quase onze da manhã. Perdi à noção da hora. Pego meu celular e tem duas ligações de Ray. Como eu não ouvir o telefone tocar? Ligo para ele e o mesmo atende no segundo toque. Diz que vai me esperar à uma da tarde no restaurante que fica em Manhattan. Ele me passa o endereço, e eu anoto mentalmente já que conheço aqui como à palma da minha mão. Pego minha mala e separei minha roupa. Uma calça jeans escura e uma camisa polo também escura. Calço um sapatênis. Deixo meus cabelos bagunçados e passo meu perfume. Estou pronto. Ainda é quase meio dia, então desço para encerrar à conta. Pego o táxi na porta mesmo e vou sentido Manhattan. New York está cada mais caótica, mesmo nos finais de semana. Parece que hoje estamos em plena segunda feira, onde nada flui e se eu chegar sem atraso será sorte. Hoje começa meu futuro. Portas vão se abrir para mim novamente e era tudo que queria e sonhava. Não vejo à hora de poder tomar de novo o controle da minha empresa e com o tempo tomar controle da minha vida pessoal com Bella. Serei imensamente feliz por ter tudo que eu queria ter. Dinheiro e uma mulher bonita e que me ama. Eu não preciso de mais nada. Saio dos meus pensamentos com o taxista informando que chegamos. Pago o mesmo e desço do carro com à minha mala. Cheguei cinco minutos atrasado. Merda. Entro no restaurante e uma holster vem me atender. Falo para ela que estou procurando Ray Steele, e ela me leva com seu sorriso largo. Ela me mostra Ray já sentado em uma mesa mais ao fundo. Vou até ele e i comprimento assim que chego em sua mesa. - Como vai Ray? Me perdoe o atraso. À trânsito aqui está caótico. Digo apertando sua mão. - Tudo bem. Não se preocupe. Apreciou à festa ontem. Ele questiona bebendo do seu vinho. - Sim. Bela festa. Muito obrigada pelo seu convite. - De nada. Então, vamos direto ao assunto que nos trouxe aqui. Tenho que voltar para Chicago hoje ainda. - Para mim tudo bem. Uma moça aparece com o cardápio e eu faço o pedido de carne grelhada com aspargos e tomate seco. Ray opta por peixe e batata assada na grelha. À moça sai e assim voltamos à nossa conversa. À decisão para meu futuro. - Você me disse que queria saber os termos. Eu só vou te ajudar no momento com à empresa. Te darei dinheiro para liquidar toda dívida que envolve à mesma e também para você acabar com essa sociedade que para mim é claro que nunca existiu ali. Elliot e José só querem seu sangue. Concordo com ele. Aqueles dois nunca quiseram fazer à empresa crescer. E depois que você casar com minha filha, liquidarei todos as dívidas na praça, colocarei seu nome de novo no mercado. Fora que te darei uma quantia generosa para você se sustentar e sustentar Anastásia até à empresa voltar à dar fruto. Eu estava nas nuvens com esse acordo. Me tiraria da lama. Alguma pergunta. - Porque você está fazendo isso? Eu já conhecia Anastásia, mas vê-la ontem não me pareceu que ela precise que o pai dela convença algum homem de casar com ela. - Anastásia sempre gostou de você Christian. Acho que ela alimenta esse sentimento desde à adolescência quando vocês se conheceram. - Mas não era mais fácil ela falar comigo do que o você fazer esse ti0o de acordo? Não que esteja desistindo, porém Anastásia pareceu uma mulher muito intrigante eu preciso saber se tem algo nessa história. - Você não conhece Ana. Ela é meiga, bondosa, amorosa. Mas é muito reservada. Seus sentimentos ela não consegue demonstrar para ninguém. Eu mesmo só descobrir que ela gostava de você porque escutei ela e Mia conversando, então para tirá-la da rotina dela, eu quero que ela se case, se afunde no amor, se perca em emoções que ela desconhece. Ela teve um namorado só, que à deixou. - Porque ele deixou ela? - Porque Ana se resignou à viver para seus estudos e trabalho. - Como assim não entende. Porque ela desistiu de um relacionamento para se dedicar à estudar e o trabalho? Alguma coisa aconteceu nesse relacionamento. - Aconteceu, mas não cabe à mim dizer à você. Ana e você terão tempo para se conhecer enquanto casados e assim você saberá, isso se ela quiser se abrir com você. Pois ela está mais fechada do que o normal. Eu só peço para você ter um pouco de paciência com ela. Sorrio. Eu terei toda paciência do mundo ao vê-la agonizando. Tendo uma morte lenta e seu dinheiro ficando para mim. - Não se preocupe com isso. Eu deixarei à mesma com o tempo dela. Vai morrer lentamente para eu ter à vida com Bella. - Ótimo. Eu quero que vocês se casem com daqui uns três meses. Olho para ele surpreso. Porque essa pressa toda? - Porque? Achei que iria conhecê-la melhor, achei que iria fazer parte da vida dela até chegarmos ao casamento. - Vocês terão tempo para tudo isso enquanto casados. Eu só quero que Ana tenha uma vida diferente que ela leva agora. Eu quero que você desperte nela o interesse para as coisas da vida. Quero que ela esqueça o último relacionamento. Com certeza ela vai esquecer, e se estiver sofrendo por causa disso, ela não sofrerá mais. Ela nem terá chance para pensar no sofrimento que hoje assola seu coração, afinal de contas morto não pensa e nem sente. - Ok. Mas precisamos ver como faremos para nos ver. E também eu moro em Seattle, ela vai morar comigo lá. - Não vejo problema com isso e acredito que ela também não, mesmo porque Mia também vai morar em Seattle depois da lua de mel. Ethan recebeu um convite para trabalhar no hospital central de Seattle. Dou de ombros. E você vai levá-la para morar onde? No seu apto? Olho para ele comendo. Essa é à questão. Onde vou por ela? Ela será como um móvel velho que fica em casa só esperando para gente dar um fim. Não vou fazer questão de dormir com ela, não farei questão de ter qualquer contato com ela, então eu não sei. Talvez à casa dos meus pais seja um lugar bom para ela, já que não gosto de ir lá. Mas sei que Bella ficará revoltada. - Eu não sei Ray. Meu apto foi vendido e eu deixarei o mesmo até o fim do mês, então eu não sei. - Casa dos seus pais seria ótimo. Olho para ele novamente em desgosto. Ana precisa de um lar aconchegante, um lugar com jardim. - Ray eu não gosto de ficar na casa dos meus pais. Não entro ali desde à morte deles. - Você precisa superar isso. É à casa que eles deixaram para você, então não tem motivo para isso. Sei que você sente à perda deles, mas agora você terá uma família. Ainda bem que Anastásia estará morta antes dessa possibilidade de família acontecer. - Eu entendo, mas não sei. - Pense bem. Se não for à casa dos seus pais, onde vocês vão morar? - Vou pensar. Digo mais para mim do que para ele. Essa seria uma boa ideia. Anastasia não estaria no centro da cidade e eu poderia viver livremente com Bella. - Quanto à sua parte na empresa Ray? Passará para sua filha? - Não. Eu não terei mais parte alguma na sua empresa. Ana não precisa de ações no nome dela. Alívio me consome. - E quanto ao trabalho dela? - Ana administra à própria empresa. Ela tem uma empresa de locação de imóveis. E isso ela faz de casa. Ela não sai de casa para fazer nada, à não ser que tenha que encontrar com algum cliente, mas é difícil isso acontecer. Fico surpreso. Mas ao mesmo tempo feliz da vida. Meu plano dará certinho. Ela na casa dos meus pais estará afastada da cidade, minha vida com Bella ficará igual, vamos poder nos ver e nos amar e ainda cumprir com nosso plano. Tudo estava ao meu favor. E quanto a sua noiva? Já terminou com ela? Droga. - Ainda não, mas essa semana farei. Minto, nunca vou terminar com Bella. À amo mais que tudo e tenho esperança que Anastásia vai virar um nada em meu caminho.
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