LC Narrando Mano, desci o morro com a mente cheia de coisa, mas o coração meio leve, tá ligado? Hoje era dia de comprar uns presentes pros meus afilhados e pra minha sobrinha. Sei lá, eu gosto dessa parada de ver as criança feliz, dá uma quebrada nessa vida doida que eu levo. Todo mês eu compro um presente para eles. Desde que nasceram. Entrei na lojinha do seu Jorge, um calor do caramba lá dentro, aquele cheiro de plástico novo misturado com poeira. Fui direto pros brinquedos, peguei dois carrinhos nervosos pros moleque, aqueles que acende a luzinha quando empurra, e uma boneca de cabelo enrolado pra minha princesinha. Passei no caixa, paguei e já subi pra Goma da Thaís. Quando bati na porta, ela abriu com aquele sorriso cansado de mãe, mas sempre feliz de ver a gente. — Entra logo,

