O Bar

2457 Palavras
CAPÍTULO ÚNICO Kathy narrando..... Estou eu aqui com várias caixas na calçada sem saber para onde ir,pois até agora o meu pai não chegou para me ajudar como havia prometido. Quer saber,vou me virar como sempre fiz,ligo para um amigo que tinha uma caminhonete para me ajudar e fiz a minha mudança. Eu iria tentar uma nova oportunidade,pois aqui eu via que não teria progresso,quando finalmente cheguei no meu novo lar em outra cidade meu pai me liga. ?Pai:Oi minha filha chegou bem? Pois é ele já sabia que tinha me virado. ?Kathy:Oi pai,sim já estou no apartamento sim. Então ele começa a me explicar por que não apareceu e blá blá a mesma história apareceu um cliente que não queria sair do bar e ele não pode sair. ?Kathy:Tudo bem pai,agora já estou aqui e tudo bem. Conversamos mais um pouco e ele me chama para o bar. ?Pai:Vem Kathy para você se distrair um pouco e me vê. ?Kathy:Hoje não pai,eu estou cansada da mudança mais esse final de semana passo aí,tchau. Me despeço do meu pai e vou tomar um banho relaxante e pensar na minha vida,hoje eu estou com 22 anos,vou trabalhar em uma multinacional e estou agora morando num apartamento que agora é meu. O que me falta na vida?! Um amor,pois é nunca namorei sério,tive ficantes mais nada sério e hoje estou eu aqui sozinha num banheira tomando refrigente. No outro dia acordo ainda cansada,mais tinha que trabalhar. Chego no escritório e tudo transcorria bem,já estava fazendo amizade.Mais o meu chefe esse era o cão,como dizia todos os funcionários. Mais graças a Deus comigo até agora ele não gritou comigo,as duas vezes que o vi foi de costas,e que costas largas e musculosas mesmo com terno. A noite quando vou para casa e a mesma rotina,chego tomo banho,como alguma coisa,e vou dormir. Parece chato né mais fazer o quê,sempre fui assim certinha mais quando estava disposta no meu quarto entre quatro paredes eu me soltava e ali brincava com os meus consolos,sim eu tinha alguns brinquedinhos,mais nada se comparava com um homem,mais que homem se não tinha nenhum. > Já tinha se passado um mês é eu ainda não tinha conseguido ir ver me pai,mais hoje decidi que vou,levanto cedo faço uma faxina geral em casa,vou no salão arrumar o meu cabelo e outras coisinhas. Chego ja a noite em casa,eu vou me arrumar para ir.Visto usa saia de couro preta com um f***a pequena na perna e uma blusinha verde,deixei o cabelo solto. Me olho no espelho e vejo estou gata. Eu sei que eu era mais cheinha mais isso não me impedia de me achar linda. No caminho para o bar um cara s*******o passa de moto na minha frente quase batendo em mim. Eu fico com o coração na mão por isso,mais mesmo ele passando rápido vejo um símbolo de uma serpente nas suas costas. Chego de frente ao bar e vejo que mudou muita coisa,fico surpresa com a mudança é claro por que o meu pai não me disse. Pois é sempre foi só eu e meu pai,a minha mãe morreu ainda quando eu era criança é o meu pai me criou sozinho,mesmo as vezes sendo meio doido ele me deu amor e carinho. Entre no bar e ja o vejo atrás do balcão servindo,e logo me vem a lembrança de quando ajudava meu pai e conheci o Andrew,ele era um filho de um amigo do meu pai,ele era mais velho que eu mais foi com ele que perdi a virgindade aqui mesmo nesse bar. Vou entrando e ele já sai logo de trás do balcão e vem falar comigo. __Oi minha filha,veio ver o seu velho?__Ele me abraçava forte. Mesmo depois de passar quatro anos fora,ele ainda continuava o mesmo,barba grande,cabelo curto e roupas pretas. __Sim papai,nossa você mudou o bar e nem me disse? O bar tinha mudado tanto por fora como por dentro,ele estava mais no estilo Rock in roll,não que ele já não fosse mais agora estava bem mais característico. Ele me chama para sentar em uma mesa e mandam trazer uma cerveja. Começamos a conversar,mais logo chegam vários clientes e ele tem que ir atender. Vejo que ele está muito ocupado e resolvo ajudar como nos velhos tempos. Vou para atrás do balcão e começo a servir as bebidas,logo vejo alguns rostos conhecidos e quando vi já estava dando duas da manhã,meu pai começa a arrumar as mesas quando chega mais um grupo de motoqueiros,todos eles estavam vestidos de couro e quando um vira de costas,vejo aquele mesmo símbolo nas costas uma serpente e somente ele tinha a serpente nas costas,só podia ser aquele babaca que me fechou,meu pai diz que vai no depósito pegar mais bebidas e se podia ficar um pouco sozinha. Falo tudo bem e ele vai. Então o cara da jaqueta vira de frente minha nossa,ele era lindo. Tinha os cabelos curtos pretos,barba fala,vestia calça e camisa preta,mais ele não parecia mesmo roqueiro pois usava tênis e a calça justa. Ele se aproxima do balcão e me pede uma cerveja,e agora sim se já havia ficado impressionada com o rosto agora olhando mais de perto ele era alto e forte e aquela voz,no mesmo instante molhou a minha calcinha. __Me vê uma cerveja. Eu me viro para pegar mais o freezer já estava quase desabastecido então me inclino um pouco para pegar e quando olho para trás ele estava quase subindo no balcão olhando para mim. Ele percebe que vi ele me olhando e fala. ___Achei que precisava de ajuda. Entrego a cerveja para ele que vai se sentar junto com os outros. Ele ria com os amigos,mais não tirava os olhos de mim. Eu já estava cansada,então aviso meu pai que iria embora. __Vai não filha,fica mais um pouco que daqui a pouco eu fecho e você vai lá para casa para gente comer panquecas de manhã. __Pai... Quando ia responder o homem da cerveja se aproxima e fala com o meu pai. __E aí tio Roberto,quanto tempo? Meu pai vira para ele,que sorri e sai de trás do balcão indo abraçar ele. __Eu não acredito que é você rapaz,quanto tempo mesmo?! Meu pai olha para mim e para o rapaz como se eu o conhecesse,mais logo aparece um cara e me pede outra cerveja e os deixo lá conversando. Todos já haviam ido embora e então quando o cara da cerveja vai embora fechamos. Eu vou para casa do meu pai,já chegamos amanhacendo e ele faz o que tinha me dito faz as panquecas e depois fomos dormir. Já acordo quase três da tarde,fico o resto da tarde com o meu pai até a hora dele ir para o bar de novo. > Acordo de madrugada com uma notícia nada agradável,meu pai caiu no bar e acabou quebrando a perna,vou correndo para o hospital para vê-lo. Ele ficaria uma semana de repouso absoluto,então para que o bar não ficasse só nas mãos de funcionários me proponho a ficar já que teria uma semana de folga no trabalho por conta de um feriado. Chego no bar todo dia as seis da tarde ficando até as duas e as vezes até as três da manhã. Mais hoje estava diferente o movimento havia sido fraco então decido fechar mais cedo,quem.sabe não sai e iria para algum outro lugar já que hoje me arrumei igual no dia que vim no bar de saia e blusinha solta,mais na hora que iria fechar aquele mesmo cara da cerveja entra. __Já vou fechar cara. Ele se aproxima de mim e fala. __Oh moça por favor eu preciso mesmo de uma cerveja e me sentar depois você pode fechar. Fico olhando para ele,será que ele pretende algo? Mais ele não parece que faz essas coisas,ou parece?! Então o respondo. __Só uma,mais vou fechar a porta. Vou pegar a cerveja para ele,que se senta no balcão e vou arrumar umas coisas. Quando já tinha terminado de arrumar tudo,libero os funcionários e fico sozinha com o cara da cerveja. Então vou até ele. __Bem você já tomou a sua cerveja e agora realmente vou fechar. Ele tira o dinheiro para pagar e na hora de me entregar sinto uma eletricidade fora do normal. __Pode ficar com o troco. Ele se levanta para sair e eu pego a minha bolsa e quando vou passando ele pega no meu braço. __Acho que te conheço?!__Ele me encara e fica muito próximo a à mim. __Acho que não tem só alguns meses que voltei para a cidade. Então me viro de novo e ele me segura e agora me beija. Ele era intenso no seu beijo,eu já estava ficando sem ar,quando ele para de me beijar eu o acerto no rosto. __Você está louco?!__Como pode me beijar. Mais ele não se intimida ele chega mais perto de mim,me prensando no balcão e esfrega o nariz no meu pescoço e fala. __Sou e vou vai provar disso. Ele coloca as mãos nas minhas coxas se abaixa de uma vez levantando a minha saia e chupando a minha i********e ainda de calcinha me arrancando um grito. Eu puxo os seus cabelos,não sei se era para parar ou continuar,mais como não disse nada ele puxa a minha calcinha de um vez agora colocando a boca sem nada,na primeira lambida eu gemo na mesma hora. Ele vai intensificando e com força é eu começo a ficar com as pernas bambas pelo orgasmo se aproximando. Ele agarra a minha b***a esfregando a cara com força na minha i********e e fala. __E mais gostosa e cheirosa do que imaginava. Quando estou perto de gozar ele pega nas minhas pernas me carregando até uma mesa me colocando nela eu estava ofegante ainda mais quando ele vai abrindo a calça e tira aquele p*u enorme,com a cabeça grossa e rosada,veste uma camisinha e soca de uma vez. Ele me penetrava com força e implacável,ele urrava a cada estocada é eu gritava pois eu sentia ele bater no meu útero com aquele p*u enorme. Ele começa a beijar e vai arrancando a minha blusa e tirando meu sutiã na hora meus s***s estava doloridos e pesados de tanto t***o. Ele vai mordendo meu pescoço e quando para a boca no meu seio,nossa ele apertava e chupava ao mesmo tempo,ele passava de um para o outro sem deixar de me penetrar. Ele puxa os meus cabelos e fala. __Levanta e vira de costas para mim. E assim eu faço,vou me virando ele então estapeia a minha b***a e puxa os meus cabelos de novo. __Arrebita essa b***a para mim te fuder. E assim eu faço,ele entra me rasgando de novo,ele apertava meios s***s enquanto me penetrava,mais quando estava gozando ele puxa meus cabelos de novo para encostar em seu peito. __Agora eu vou fuder esse seu cuzinho. Ele nem espera eu falar nada e tira o p*u da minha i********e e vai de uma vez na minha b***a. Eu sinto um dor grande e na hora quero parar,mais ele percebe e vai com a mão me estimulando o meu c******s para mim esquecer a dor é assim acontece. Ele falava palavras desconexas e eu acabo gozando e ele logo em seguida. Ficamos ali tentando nos recuperar,e quando olho para ele,ainda vestia uma camisa,então pego na sua mão e o levo para o depósito já que lá tinha uma cama e lá acabamos transando de novo. Acordo acabada com uma ardência na minha i********e e sem falar na minha b***a,o cara da cerveja acabou comigo. Pois é a gente ficou tão ocupados transando que acabei que nem perguntei seu nome,mais isso não era problema já que o meu pai o conhecia. Mais agora estou vendo a minha roupa estava em uma cadeira,mais só a minha ele havia ido embora e nem se despediu?! Escroto,transou comigo e foi embora,mais pelo menos me fez gozar muitas vezes. > Finalmente meu pai já tirou o gesso e tinha colocado a bota ortopédica,facilitando ficar no bar,mesmo assim eu vinha para ajudar,eu não sei se vinha mais para ajudar ou para vê aquele cara de novo,pois é não tive coragem de perguntar o seu nome até hoje. Depois daquela transa louca ele não apareceu mais aqui no bar,estava tudo indo bem,então meu pai me pede para pegar umas bebidas no depósito,junto com um dos meninos e lá vou eu. Quando já tinha pego tudo,deixo tudo lá e vou ao banheiro,esbarro esbarro em alguém e quando olho vejo aqueles meus olhos e aquela boca com um sorriso que me fez gozar várias vezes naquela fatídica noite. Acabo sorrindo para ele de volta e logo ele agarra meu cabelo e me beijando com urgência,e essa urgência acabou em uma cabine do bar com ele me fudendo com força,me deixando com as pernas bambas. Quando estávamos saindo ele ia na frente eu pego no seu braço o fazendo se virar para mim. __Como se chama? Ele me encosta na parede,passa a língua na minha orelha e fala. __Nossa assim você me ofende?! Como estava ofegante com o t***o que estava mau o escuto falar. Ele se afasta de mim me dando um beijo molhada e sai falando. __Logo mais saberá quem sou. E assim ele vai embora,me deixando abobada com o que aconteceu. Havia transando de novo com um cara que não sabia o nome. Eu fui falar com o meu pai para perguntar o nome daquele homem,mais o meu pai estava tão ocupado que acabei esquecendo. No outro dia acordo cedo pois não consegui dormir pensando nele,ele me disse uma coisa mais não consigo lembrar,levanto logo pois hoje eu iria conhecer meu chefe pessoalmente,pois nesses meses eu ainda não tinha conseguido vê-lo. Tomo meu banho troco de roupa e vou para a reunião. Quando entro na sala ele estava com a cadeira virada para a mesa,mais quando ele vira quase caio da minha cadeira,era ele. Mais como?! Ele sabia quem eu era?! Depois de horas de reunião todos saem e quando eu ia sair ele manda eu ficar. Eu estava nervosa,mais também p**a ele sabia quem eu era mais eu não sabia quem era ele. Então quando ele tranca a porta e se aproxima de mim,eu bato as mãos no seu peito. __Por que não me disse que era meu chefe? Ele me olha com espanto pela a minha reação e responde rindo. __Fadinha eu pensei que iria me reconhecer. FADINHA??!!! Só o Andrew me chamava de fadinha,peraí meu chefe se chama Andrew. __Andrew?! __Sim fadinha sou eu,você não me reconheceu?! Gente era ele?! Mais ele mudou muito,sem falar que quando ele tirou a minha virgindade tinha sido diferente,tudo naquele BAR é intenso. Fim... GENTE QUEM GOSTOU VOTA,E LOGO TEREMOS MAIS. BEIJOS E ATÉ MAIS. (Kathy) (Andrew)
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