Terror narrando...
Depois que saímos de casa eu e os manos fomos para boca agilizar as coisas já que íamos viajar na madrugada de hoje
Fiquei bolado pensando em quem deixar no comando do morro pelos meus de confiança estarem indo também. No final acabei deixando o MR que é gerente da boca que eu aproximadamente confio mais.
…
Cheguei em casa a noite e não tinha ninguém então fui tomar um banho e arrumar minhas coisas, como não sou i****a nem nada chamei logo a Giovanna pro barraco que eu levo as putas para dar uma aliviada, vou lá saber se eu vou t*****r nesses 3 dias.
Giovanna: Vai amor, me fode- e por um minuto eu imaginei a desgraçada da Fernanda ali no lugar dela rebolando em cima de mim.
Mas que p***a até nessas horas essa mina fica na minha cabeça, mas que c*****o.
Terminei de fuder aquela p**a e meti o pé para casa, tinha nem graça ficar com ela mais. Cheguei em casa e fui dormir até dar a hora de sair.
Tava marolando com meu fino e dirigindo na maior onda, tá maluco bagulho me acalma demais.
Olhei pro lado e a Fernanda tava dormindo e eu paralisei no rosto dele com um semblante tão calmo e pude reparar o quanto ela era bonita, c*****o oque essa diaba está fazendo comigo.
Fernanda: Nós já estamos chegando? — falou acordando e me tirando do meu transe.
Terror: Ainda n******e voltar a dormir se quiser.
Fernanda: Você quer trocar? Eu posso dirigir um pouco -se ajeitou no banco.
Terror: To dê boa ainda, fica tranquila.
Fernanda: Me dá, um trago? — perguntou se referindo ao cigarro e eu estranhei, mas dei para ela.
Terror: Não sabia que você fumava.
Fernanda: Tem muita coisa que você não sabe sobre mim.
Terror: Deve ser por que você não deixa eu saber.
Fernanda: Tanto faz, não fico abrindo minha vida para qualquer um mesmo — deu ênfase no qualquer um e eu peguei a referência.
Terror: Me fala sobre você aí então! Já que nos vamos ter que conviver é mais fácil sermos amigos- ela deu de ombros.
Fernanda: Não tem muito oque saber sobre mim, eu sou escorpiana, nunca conheci meu pai por que ele era um drogado de m***a que abandonou minha mãe e c***u para minha existência e a minha mãe mora em Portugal com o novo marido dela e o meu irmão mais novo.
Terror: e por que você não tá em Portugal com eles?
Fernanda: Por minha vida ser aqui, eu sei que minha mãe me ama, mas eu sei que eu perto dela trago muitas lembranças do tempo dela com meu pai e eu não me sinto em casa lá, então quando eu fiz 18 eu vim pro Rio, sozinha e com 20 eu fui pro Canadá terminar a minha faculdade, lá eu conheci a Luísa e construí com ela uma amizade que eu não tinha há muito tempo, e agora eu tô aqui fumando e contando a minha história para um cara bipolar que vai ignorar minha existência assim que nos chegarmos em angra — falou e eu fiquei meio sem fala, não sabia ser isso que ela pensava de mim.
— e você? me conta aí da sua vida, aproveitar seu momento de bom humor né.
Terror: Minha história é simples, não conheci minha mãe e vi meu pai morrer em um confronto quando eu tinha 16 anos, e desde então eu cuido da Luísa como a minha própria vida, faço tudo por ela. — olhei para ela que me encarava atentamente com aqueles olhos castanhos escuros e por um minuto eu me senti o Renan e não o Terror assassino dono do morro, senti poder confiar nela.
Havia tempos que eu não me sentia assim, mesmo sabendo ser só coisa de momento e talvez seja apenas a brisa batendo.
Fernanda: É barra pesada mesmo essas paradas — falou e ficou em silêncio ainda fumando.
…
Terror: Tira uma foto para mim?- entreguei meu celular para ela já desbloqueado e ela tirou a foto e eu postei no i********:.
O resto da viagem foi tranquila, após um tempo o Maicon e a Flávia acordaram e nos ficamos conversando até chegar oque fez o tempo passar rápido.
Assim que chegamos, eram 7h da manhã, fomos cada um para um quarto e apagamos por estar cansados da viagem.
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Revisado e reescrito.