Nos ajeitamos em um segundo e eu gritei: — Entra! Então, uma garota de um metro e sessenta e seis, ruiva, da cintura fina e cheia de tatuagens entrou. — Quem é você? — Perguntei. — Imagino que o Caio ainda não tenha falado de mim... — Caio? — Como assim? Essa garota é íntima dele? — Sim, acho que vocês chamam ele de Coringa né? — Sorriu. — Eu chamo de Guto, já que sou íntima — dei ênfase em íntima. — Então Lívia — Guto disse antes que a garota percebesse meu incômodo — essa é a Vivian, achamos ela na entrada do morro toda machucada. — E como podemos confiar nela? — Perguntei. — Ela está sem memória, só lembra de estar presa em algum lugar apanhando. — E o que você quer? Que eu cuide como se ela fosse minha filhinha? — Não... — Eu quero um emprego — ela interrompeu ele — eu apr

