Déjà vu

2112 Palavras

— Helenna?— chamei pela minha filha. Logo segui o choro, e encontrei a minha filha sentada em um banco enrolada em um cobertor. Peguei ela nos braços, e a abracei. — Minha filha...— disse em um sussurro, enquanto chorava que nem uma criança. Castiel olhou para mim e se ajuntou no abraço, e ficamos ali por alguns minutos abraçados. Logo alguns policiais se aproximaram. — Cadê o Miguel?— um policial perguntou. — Eu não sei...— disse ainda olhando para Helenna. Eu estava muito feliz, finalmente havia achado a minha filha. Os polícias então foram fazer uma ronda no parque para ver se achavam meu pai, mas não acharam nada. Logo voltamos para o carro, para voltar para casa. Entramos no carro, e eu coloquei Helenna na cadeirinha. Logo depois fui para o banco da frente, e afivelei o cinto.

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