(Noah Narrando)
A minha família nunca foi vulnerável, os meus pais sempre se cuidaram muito bem, pois sabiam que a vida que eles levavam a qualquer momento seria o momento, e a culpa disso tudo e minha! E eu me odeio por isso, isso será um fardo que levarei pro resto da minha vida. A minha mãe tanto que me alertou o meu pai me deu tantos conselhos sobre falsas amizades e eu simplesmente meti o p*u no ouvido e me sentir o fodão, rum e olha só no que deu... o meu irmão era só uma criança ele não merecia morrer desse jeito nenhum deles merecia.
F2- Obrigado pelo apoio nos vamos precisar muito, como foi dito tudo não passou de um plano para tomar o pode da minha família, infelizmente perdemos o comando do morro, e a Máfia entrou em Guerra, eu preciso estabilizar primeiro lá para depois vim resolver as coisas aqui- falou e todos ouviam atentamente.
Noah- Eu continuo preso no reformatório, fui liberado para o enterro que aconteceu hoje, para ter esse encontro com vocês e me apresentar formalmente, daqui a três semanas faço dezoito anos e vou ser mandado para a prisão, sem direito a julgamentos a advogado ou fiança, não sei como vai ser os meus dias lá e nem sei se vou sobreviver... Para a guerra na máfia ter fim eu terei que sair da jogada, mas calma, não por completo, mas até que o que sobrou da minha família retome o que e nosso por direito, até lá vamos precisar da ajuda de cada um de vocês para nos reerguer novamente, por enquanto essa será a nossa última reunião- falei e todos ficavam cochichando claramente sem acreditar no que eu estava falando, o enterro foi algo bem discreto, pois não podíamos fazer alarde até que conseguirmos criar um plano para que eu não fosse morto.
F2- A partir de hoje a Máfia e a 224 terá comandos diferentes, dentro de uma semana vocês vão receber novas informações e uma nova convocação para saber quem vai cuidar de tudo por aqui- Falou dando dois toques no meu ombro e eu entendi o recado, fiquei de pé e todos também se levantaram.
Noah- Obrigado pelo apoio de vocês, espero pode contar com vocês em breve. Fiquem a vontade e boa festa para os que vão ficar- falei e nos dois saímos da sala acompanhados pelos seguranças, saímos pelos fundos entramos na lancha e ficamos esperando pelo meu padrinho e o tio cauã, minutos depois eles vieram e seguimos caminho, sentei no meu cantinho, apoiei os braços nas coxas e a cabeça nas mãos, o que será da minha vida daqui pra frente? Essa vida e tão imprevisível que você nunca sabe como vai ser o dia de amanhã.
Cauã- Parabéns, se a sua mãe estivesse aqui teria orgulho de você- falou passando a mãos nos meus cabelos e sorrir fraco e voltei a ficar de cabeça baixa.
F2- Vai ficar tudo bem... agora só vai depende de você fazer história em nome da nossa família- falou e eu assentir deixando uma lágrima cair, isso era tudo o que eu queria, mas agora não sei se quero mais.
Noah- Com quem a lua vai ficar? -Perguntei, a minha irmã e tudo o que tenho, e ainda assim não ficarei com ela.
F2- Com o Cauã, quando eu conseguir estabilizar as coisas na Itália, ela vai ficar comigo, até você tomar posse do que e seu e ficarem juntos novamente, ela está esperando por você, assim que atracarmos vocês vão se despedir e você será levado e será a hora de colocar o plano em ação- falou e eu assentir, o diretor do reformatório e conhecido do Tio Cauã, foi ele que conseguiu essa saidinha, infelizmente terei que voltar, mas graças a eles, enquanto eu estiver lá ninguém pode fazer m*l a mim. A Lancha atracou e fomos até os carros e de longe vi a minha princesinha todo chorosa nos braços da tia Gabi. Se ta sendo doloroso pra mim, imagina para ela que é uma criança e ainda perdeu a sua metade? Assim que aproximei a peguei no colo e ela começou a chora fazendo o que restou do meu coração se despedaça.
Noah- Me perdoa minha princesa, eu acabei com a nossa família, me perdoa- falei no seu ouvido deixando algumas lágrimas cair. Fiquei ali por algum tempo abraçado com ela até que a mesma de tanto chora pegou no sono e eu continuei com ela no colo acariciando o seu rosto e fotografando na mente cada tracinho seu, não sei quando nós veremos de novo e se nós veremos...
Policial- Já deu o seu tempo, precisamos ir- falou se aproximando com o tio Cauã e eu assentir, levantei do banco com cuidado e fui até o carro e enquanto passava ela para os braços da tia Gabi eu sentia que estava arrancado um pedaço de mim, doía tanto que era impossível segurar o choro, meu Deus, por que estou vivendo isso? Perguntei mentalmente enquanto alisava o rosto da Lua, dei um beijo na sua testa.
F2- Vai ficar tudo bem, você só precisa ser forte, deixe o ódio falar por você, mas não deixe ele agir- falou secando o meu rosto deu um beijo na minha testa e me abraçou forte, me despedir de todos e entrei na viatura e as policiais arrastaram o carro e sem olhar para trás desabei em lágrimas... Só terei paz quando eu vingar a minha família, vou me reerguer e tomar o que é meu por direito, o Ricardo e todos os que foderam a minha família vai pagar por tudo, isso não e uma promessa e uma dívida.
Estava tirando umas folguinhas, mas ja voltei, peco que adicionem o livro na Biblioteca de vocês e comentem muito, seu comentário e muito importante para o nosso crescimento, obrigado pelo apoio de vocês vidas