Na manhã seguinte, acordei com Lily me chacoalhando com força e chamando meu nome diversas vezes. Com raiva e sono, respondi acertando-lhe uma travesseirada com mira cega, uma vez que não havia aberto os olhos. Liliana resmungou e me chacoalhou mais uma vez. — Vamos! Acorde, Jennifer. Você precisa ver isso... — ela dizia. Gritei de frustração e me sentei, esfregando o rosto. — O que foi? É bom ser algo imperdível, Liliana Smith, ou vou jogá-la da janela. A resposta dela foi erguer algo na minha frente até preencher todo o meu campo de visão. Ainda tonta de sono, apertei os olhos e consegui distinguir uma forma colorida e redonda... Pisquei e balancei a cabeça. Lily segurava um buquê de flores — mais especificamente, de crisântemos, que eram flores conhecidas por serem delicadas. O arr

