Capitulo 4

1268 Palavras
—Faça-me de sua Thomas. Ele acordou, e ficou assustado pois estava sonhando com Bruna. Seu corpo estava encharcado de suor e claro com uma enorme ereção, a mulher que estava deitada ao lado dele estava dormindo profundamente, ele se aproximou dela para aliviar seu desejo, ela se mexeu no meio de suas carícias, ele gemia ao possuí-la, fazia isso com força, com força, queria apagar de sua mente a mulher dos seus sonhos, Bruna não podia aparecer em seus sonhos agora, ele estava furioso porque desde aquele dia ele a viu nua, ele a acariciava e beijava, ela aparecia em seus sonhos e ele sempre acordava animado. A mulher abaixou o corpo e gemeu de prazer, apesar do sexo violento que estava fazendo. Thomas franze a testa, o silêncio de Bruna não era normal, todos os dias ela mandava uma mensagem para ele desde o momento em que acordou, desejando um lindo dia para ele, pedindo para ele sentir saudades dela, o celular dele vibrava o dia todo com as mensagens dela, mas por um tempo agora durante quatro dias não recebi uma única mensagem. Ligue para o chefe da segurança. —Sr. — Você encontrou a senhorita Bruna? O chefe da segurança acena com a cabeça. —Sim, o senhor Rhone foi útil naquele dia, não perdemos a senhorita Bruna de vista. —Está tudo bem, ele responde, seu celular toca e um enorme sorriso aparece em seu rosto, Cecilia, a mulher que cresceu com ele no orfanato, infelizmente ele estava adaptado, mas ela não. Ele sabia que ela nunca seria adotada por isso ele prometeu a ela que seria um grande homem e que no futuro ia ajudar sua amiga. Ele a ajudou e pediu que ela terminasse os estudos e se formasse. Thomas já estava trabalhando, ele a mandou para fora do país para que ela construísse uma carreira, assim ninguém questionaria sua união com Cecilia. Bruna, estava na companhia de Piter e literalmente havia se esquecido de Thomas por algumas semanas. —Piter aparece, ele havia chamado ela para tomar um sorvete, ela estava rindo. —Bruna, o que faz da vida? — Por enquanto nada, mas sou formada! — Em que? Pergunta Piter querendo saber mais sobre Bruna — Literatura, na universidade das bruxas! — Eu fiz isso a minha online, ele dá de ombros. Eu tenho meu diploma. — Não duvido, ela sorrir. —Mas minha paixão é a pintura, por isso não sou o orgulho da minha família —o rosto dele ficou sério, ela entendeu que ele não queria falar sobre isso. —Você mora aqui Piter? —Não, Sou de Paris, visito Califórnia, quero rever um grande amigo. — Posso te pintar se quiser? Ela finge que não entendeu a pergunta dele. Mas ele insiste e Bruna, não percebe que Piter está querendo saber quem ela é. Pois ele tinha a certeza que ela era uma Carvalho. Ninguém estava se importando com o sumiço de Bruna só estavam interessados o bendito contrato bilionário. —Não posso negar que a assinatura do contrato foi um sucesso —Estevão brindou com Thomas e Eduardo —Tudo correu maravilhosamente bem. Os três homens sentaram-se para falar sobre o seu sucesso. À medida que as horas passavam, Eduardo levanta. —Já é tarde, tenho que ir embora —ele olha o relógio de pulso —Pensei que Bruna viria, estava esperando vê-la, ela passa o tempo visitando a empresa. —Que distraído, tinha esquecido, vou mandar minha secretária entrar em contato com minha filha, para que ela volte amanhã para Los Angeles. —Aquela diabinha estava fora do país? —Ela fica descontrolada de ciúmes de qualquer mulher que se aproxime de Thomas, o time que veio era formado em sua maioria por mulheres, infelizmente ele teria estragado o contrato com seu ciúme. —Você deve entender que ela sempre foi apaixonada por Thomas desde que o conheceu —Eduardo coça a cabeça. —Você não deveria justificar o mau comportamento da minha filha. —Não, só acho que Bruna não teve a oportunidade de conhecer outros homens, tenho certeza que quando ela conhecer outro alguém seu amor fantasioso por Thomas irá desaparecer —Thomas, por algum motivo estranho, franze a testa quando ele ouve de seu pai. —E o que você propõe? Eduardo dá de ombros. —Faça uma festa e convide todas as famílias poderosas de Los Angeles, e você verá quantos homens vão querer se casar com Bruna. —O que você propõe, tio, é que muitos garimpeiros a persigam. —Bruna já cresceu e se tornou uma beleza excepcional, qualquer homem ficará louco por ela. —Não concordo, Bruna é uma pessoa que não amadureceu o suficiente e a única coisa que conseguiremos é que garimpeiros a persigam. Eduardo dá de ombros. —Eu estava te mostrando uma saída, meu filho, assim que minha sobrinha conhecer outro homem, acredite, a obsessão que ela tem por você vai acabar. ***** Bruna, leu a mensagem que a secretária do seu pai lhe enviou, desligou o celular e guarda na bolsa. Seu olhar se concentra no homem que fala de suas pinturas, a exposição foi um sucesso total, tanto que depois de uma semana reabriram a galeria com as obras de Piter Guille. Bruna, parou em frente ao quadro que adorava. —Eu vou dar a você, ela balança a cabeça, ela tinha visto o preço, ela poderia pagar a Piter, mas tinha que manter sua identidade segura. — Claro que não Piter, e seu trabalho vende seus quadros para sobreviver. —Por que não?" Os tempos que chegamos, você fica na frente dele por horas. —Não entendo de arte, mas posso garantir que me sinto como aquela pintura, uma parte de mim está escura sem saber o que quero ou o que desejo, a outra parte feliz como aquela linda primavera que você pintou, outra parte indefesa como aquela parte onde você pintou o gelo — ela se volta para ele — me identifico com sua pintura das estações abandonadas do ano. Piter Guille, olhou para a pintura, de um lado havia um sapato de mulher esquecido e o gelo o havia prendido, em outra parte da pintura havia o retrato de um casal cujos rostos haviam sido apagados pelo tempo, eles estavam no escuro, viu o coração na primavera transbordando de felicidade sem saber que por uma pequena parte dele o sangue escapava e chegava a uma tempestade torrencial que aos poucos o destruiria. —Acho que foi assim que você se sentiu quando pintou. Piter não disse nada, apenas sorriu para Bruna. ***** —Onde está Bruna? — Estevão liga para sua secretária, ele estava jantando em sua mansão, ele havia convidado Thomas —Há uma semana enviei uma mensagem para a Bruna pedindo que voltasse para casa, mas ela não respondeu. — Uma semana? —Estevão franze a testa, pega o celular e disca o número da filha, ele não costumava ligar para ela, o celular tocava e tocava, quando ele ia desligar ela atendeu. — Pai —Há uma semana você recebeu ordem de voltar para casa. Por que você não obedeceu? —A exposição ainda não acabou —foi sua resposta —Quando eu terminar voltarei para casa. Descanse pai - desligando a ligação. —Por que ela não voltou? Thomas pergunta. —A exposição que eu estava assistindo não terminou, volte quando acabar, estou muito confuso, se você não tivesse me perguntado sobre isso, eu não lembraria que deveria ter voltado há uma semana. —Você não foi ao médico Estevão? .
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