Fernanda. Alan não queria ser bom para mim novamente desde aquela busca que eu fiz apenas para brincar e, porque eu estava realmente com medo de ouvi-lo falar sobre matar alguém tão naturalmente. Não o procuro para evitar novas abordagens, mas admito que me sinto m*l, que odeio quando ele se afasta de mim e me trata como mais uma pintura de sua casa. E ele nem sequer veio ver como eles montaram o meu escritório. Não importava para ele e só o Ravel estava comigo para receber os móveis. — Por que não admite? — Ravel pergunta quando me ajuda a retirar da capa os vestidos que me vieram para casa — Você está se apaixonando pelo seu marido. — Não, nem um pouco — Como pode pensar que posso apaixonar-me por um tipo assim? — Amiga, você não pode mentir para mim — Ravel — Você posso ver da mane

