— Se quiser a minha opinião, acho que deve falar —menciona Andric — Eles podem se concretizar, eles podem negociar. — Sim, Andric está certo —assento — Vou ver o que ele quer falar comigo. — Tem a certeza, filha? — O pai pergunta. — Sim —Eu respondo com falsa calma. Na verdade, estou muito assustada, pois sei que a conversa que me espera é de natureza pessoal. Mas de jeito nenhum, tenho que encarar, já que afinal saí sem explicar — Não se preocupe, pai, agora vou eu. Onde fica o gabinete do juiz? — Eu acompanho —Andric vai comigo. — Ok. Meu pai é um pouco relutante em me deixar ir, mas eu tenho certeza e ir com meu cunhado, com quem eu ando em silêncio até que estejamos na frente da porta. — Sabe o que significa, certo? — Pergunto — O pai me disse, mas menos. — Estou ciente de algo

