Capítulo 11 - O calabouço

688 Palavras
Carlão então pede para que ela lhe siga e vai ate os fundos do bar onde tem uma pequena porta de madeira, Suzana fica apreensiva, imaginando onde Carlão a levará. Um ambiente novo de um mundo desconhecido ela não sabe o que esperar, mas para quem já chegou até ali, não será uma porta que irá a fazer parar. Ele então abre a porta e tem uma escada que só desce, ele então a faz ir na frente e ele desce logo atrás dela. A escada é longa e eles demoram pra chegar ao final e quando chegaram encontraram outra porta, foi quando Carlão falou: - O que você aqui serão algumas praticas que você ainda não viu, por isso te trouxe aqui. Suzana está ansiosa, sente sua mão suando, ele então abre a porta e eles entram em um lugar com alguns ambientes distintos, paredes escuras, a meia luz, a parede logo ao lado da porta tem uma quantidade enorme de acessórios, a primeira impressão de Suzana é que era um ambiente de tortura, cada ambiente ainda possuia aparelhos para práticas distintas, e o primeiro que eles entram tem uma submissa amarrada pelas mãos acima da sua cabeça e em pé, de costas para seu Dono. E seu Dono com um flogger açoitado suas costas antes branca e agora avermelhada. Suzana para e observa a cena com atenção, observa que mesmo com os gemidos de dor a submissa em pequenos gesto oferece suas costas ao seu Dono e tem o prazer descrito no seu olhar. Ela sente prazer em ver aquela cena, e fica curiosa para saber qual a sensação, qual o prazer gerado por cada golpe sofrido, Carlão atrás dela começa a explicar que é uma prática chamada Spanking, onde a submissa tem o prazer de ser submetida e as vezes receber punição por alguma desobediência e o seu Dono em punir. Ela ainda indecisa em como alguém poderia ter prazer sentindo dor. Ele então leva Suzana para o próximo ambiente onde o som que ela ouvia era muito mais de prazer do que de dor, ela vê uma submissa ajoelhada de quatro presa pelos tornozelos e com os braços esticados rente ao chão sobre a cabeça e com os punhos presos ao chão e com uma corda em volta de seu pescoço impedindo que ela a levante a deixando com a b***a empinada e a disposição para seu Dono, Suzana então da alguns passos para ver com mais clareza o que o Dominador fazia, quando ela viu não pode esconder o espanto, o Dono da submissa estava de luvas e com a mão toda dentro da b****a da submissa, onde se via apenas a ponta da luva em seu pulso, ele no movimento de vai e vem, fazendo a submissa gritar de prazer. Carlão explica que essa prática se chama fisting e que também pode ser feita no ânus, Suzana vira o olhar para Carlão como quem diz: isso é possível? Ele responde ao olhar dizendo: - Sim, pode ser feita no ânus também e pode dar tanto prazer quanto na buceta Suzana, ainda incrédula, aceita. E eles vão ao penúltimo ambiente onde havia uma submissa deitada de barriga para cima em uma mesa, com pernas e braços amarrados individualmente e abertos, vendada, seu corpo estava vermelho e havia varias gotas de cera espalhados por todo o corpo e sua Domme a penetrando utilizando seu strap-on, Suzana em uma primeira reação fica surpresa ao ver uma mulher dominando outra, mas nada comenta e Carlão passa a explicar: - Ela ja passou por uma sessão de Spanking e por uma de wax, que é utilizar algo quente na pele da submissa que foi uma vela, as gotas espalhadas são de cera da vela, e aquele acessório que a Domme está usando se chama strap-on. O que está achando até agora? - Tudo novo pra mim, mas estou gostando muito. - Se imaginou no lugar delas? Sentindo cada ação e cada gemido? - Muito bom, temos mais um ambiente para ir. Eles então vão em direção ao último ambiente que parecia ser o mais escuro dos quatro...
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