CHEGADA SURPRESA

1376 Palavras
Antes de pegar o táxi, ele olha o endereço que seu amigo pesquisou da empresa, ele esqueceu completamente que àquela hora não adiantava nada ele ir para lá, pois além de ser sábado, já tarde demais, muito ansioso ele não sabe o que fazer, como o amigo não conseguiu o endereço da residência da Anne pelo número do celular, ele fica sem saber o que fazer, então mesmo não querendo precisar ligar pra Cláudia. Cláudia que está acabando de entrar na festa fica surpresa, mas mesmo assim resolver atende —alô —oi Cláudia, sou eu doutor Marcos, boa noite, desculpa-me está te incomodando mais uma vez, ainda mais a essa hora, mas é que eu acabei de chegar aqui em Nova York, e eu não tenho o endereço da residência da Anne só tenho o da empresa. você pode me dar o endereço da residência dela por favor, eu preciso vê-la isso é muito importante pra mim. —Doutor Marcos, eu não acredito que você fez isso, ela vai me matar se eu der o endereço dela a você. Por favor, Cláudia, eu não falo que foi você que me deu, o meu amigo pesquisou a empresa, então eu falo que ele pesquisou o endereço também! Vai, eu já estou aqui mesmo né! Não é justo que eu espere até segunda-feira para falar com ela na empresa, né? —Cláudia pensa por um instante e não resistindo, dá o endereço ao doutor dizendo: não fale pra ninguém que foi eu que te dei hein. —Tá, pode deixar, obrigado, muito obrigado mesmo —ele desliga o celular e guarda no bolso da frente da calça, em seguida faz sinal para um táxi ao entrar dá o endereço. Alguns minutos depois o táxi parou em frente ao prédio, ele paga o taxista e sai seguindo para a entrada do prédio segue para o elevador apertou o andar e subiu, ao chegar no andar o elevador para as portas se abre, ele sai e fica ali pensando se apertar ou não a campainha se decidindo tocar dizendo: já estou aqui mesmo, então vou arriscar, ele toca, e esperar mais nada, ninguém atende, ele toca de novo e ninguém atende, ele toca e dessa vez ele não tirar o dedo, fica apertando no que a campainha toca sem parar, Rose, que ainda não dormiu vem correndo e ao olhar de deparando com a pessoa do lado de fora do seu apartamento fica surpresa —uau! Não acredito, o que ele está fazendo aqui? —Muito ansioso ele toca mais uma vez, e quando ela abre a porta e ele dá de cara com a Rose, Ele fica sem graça —boa noite Rose, me desculpe, mas eu vim direto do aeroporto nem passei no hotel, posso falar com a Anne? —Doutor Marcos, Anne está dormindo, não é melhor você vir amanhã? —Por favor, veja se ela pode me atender, eu prometo que não demoro! —Tá bom, vou tentar entrar, espere aqui dentro —Obrigado —Rose vai até o quarto e chama: Anne, Anne —Oi entrar —quando Rose abre a porta e entra Anne logo pergunta: aconteceu alguma coisa? sim, é melhor você vir até a sala —o que aconteceu Rose? — Você está me deixando nervosa, e com o meu pai? —Me fala —Anne fala andando depressa seguindo Rose, ao chegar na sala e ver aquele homem ali em pé na sua frente, Anne congela, não por vê-lo e sim, por acha que aconteceu alguma coisa com a sua família, pensando nisso ela mesmo com a voz trêmula fala: doutor Marcos, o que aconteceu, e com meu pai? —Calma Anne, não é nada disso. Eu preciso falar com você, você pode me ouvir por um instante? —Vendo que não era nenhuma notícia r**m, Rose dá graça a Deus por não ser nada grave, então sai de fininho e vai pro seu quarto, deixando os dois sozinhos na sala. Quando doutor Marcos, ver que está sozinho com a Anne, ele se aproxima e dá um abraço bem forte, pegando-a de surpresa, que fica sem saber o que fazer, contudo, ela fica ali sentindo aquele abraço e se sente confortável, pois a muito tempo que ela não era abraçada aquele jeito! Vendo que ela não se afastou ele gosta e falar: Anne, eu não consegui, eu tentei, mas é mais forte que eu, Anne, me dê uma chance fica comigo eu te amo! E não quero ficar sem você —nesse momento ela se afasta, mas ele tenta abraçá-la novamente, mas ela não o deixa dizendo: Você veio aqui pra isso? Sim —ele fala olhando-a com tristeza. — Anne, por favor não me rejeita, eu quero ficar com você…você quer namorar comigo? — Eu quero namorar e casar com você. Anne Quikis, você e a mulher que eu quero pra mim —ele fala dando um passo à frente e agarrando-a e lhe dando-o um beijo que no início Anne lutar rejeitando, mas depois, ela se deixar beijar, o beijo e de tirar o fôlego, daquele beijo bem ardentes que o George nunca tinha dado em todos os anos de namoro. Quando ele ver que ela correspondeu ele capricha mais ainda, e afirmar o corpo dela nele pois ela está mole e não consegue se aprumar, ele a segura e só para de beijá-la, quando ele está sem fôlego quando ele para, ela cai sentada no sofá e fica atordoada, ele se ajoelhar na frente dela olhando-a fala: Anne, eu vim aqui pra te pedir em namoro o que você me diz, Anne, vamos nos conhecer melhor? —eu vou embora agora, e te deixar pensando sobre isso amanhã eu volto pra gente conversar com calma tá bom —ele dar um selinho nela e sai do apartamento e vai embora, já na rua ele começa a rir, pois ele teve coragem —agora é só esperar —ele faz sinal para um táxi e vai para o hotel que ele havia reservado, faz o check-in e sobe pro quarto se jogando na cama e fica olhando pro teto. Já Anne, que demorou para se recuperar do acontecido, ficou ali paralisada no sofá, Rose, não ouvi nada da conversa deles, só ouviu quando a porta abriu e fechou. Ela abre a porta do quarto devagar e vem em passos lentos, ao chegar na sala e ver a amiga sozinha sentada no sofá paralisada ela pergunta: Oi amiga, está tudo bem? —Anne, que desperta do seu transe diz: Ele me beijou! —Ele me beijou! —Rose fica pasma, ao ver que o beijo do doutor Marcos, mexeu muito com a amiga, Rose pega na mão da amiga e diz: e como foi? —Digo o que você sentiu? —Anne olha para ela e diz, foi incrível eu nunca senti o que senti hoje com o beijo dele, foi diferente de todos os beijos do George! Rose, como isso pôde acontecer? —É amiga, parece que o George, não era o homem da sua vida! E o que vocês resolveram? Nada, eu não consegui disse nada, ele me pediu em namoro e falou pra eu pensar que ele voltará amanhã pra gente conversar, amiga o que eu faço? —Você quer mesmo que eu te falei, você já sabe a minha opinião né Anne, você não tem nada a perder, mas isso é você que resolver, mas deixa pra amanhã agora você precisa ir descansar, pra poder acordar amanhã bem disposta, e recebê-lo e conversarem com calma, vocês precisam se acertarem de uma vez, seja um sim ou um não, você vai precisar está de cabeça fria e calma né amiga. —Rose ajuda Anne até sua cama, e ajuda se acomoda vendo que a amiga ainda está em estado de choque ela fica ali pensando em tudo que aconteceu e fica cada vez mais admirada com a atitude do doutor. E rezando que Anne para de ser burra de não aproveitar esse homem que se abalou do Brasil até aqui, só pra pedi-la em namoro. Ela precisa dá um fim na história dela com o George, pois o doutor, e bem mais homem que aquele i****a.
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