Cecília Narrando Acordei com a luz suave do sol entrando pela janela. O cheiro do café fresco invadia o quarto, e eu sabia que Tavinho tinha trazido o café da manhã. Ele sempre tão atencioso, e aquele gesto fazia meu coração bater mais rápido. Depois de comer juntos, ele me disse que precisava ir trabalhar, que estava cheio de coisas para resolver. — Eu volto logo — ele falou, me olhando nos olhos com aquele sorriso que me deixava sem palavras. Nos beijamos, um beijo doce e apaixonado que me fez sentir que tudo estava certo. Mas, ao mesmo tempo, uma parte de mim estava receosa. A gente ainda não tinha conversado sobre "nós". Ele era tão carinhoso, tão cuidadoso, e eu não queria estragar isso com conversas que poderiam mudar tudo. Assim que Tavinho saiu, comecei a procurar meu celular

