Medo e dor

1139 Palavras

Cecília Narrando Quando a doutora Adriane me deixou em casa, eu sabia que algo estava errado. O caminho inteiro ela parecia meio tensa, como se tivesse algo muito importante para dizer, mas não sabia por onde começar. Até que, do nada, ela virou pra mim e falou: — Cecília, não é mais seguro você ficar na sua casa. Aquilo me pegou de surpresa. Virei para ela, tentando entender o que ela estava querendo dizer. — Como assim, não é seguro? — perguntei. — Eu não tenho pra onde ir. O que você quer que eu faça? Ela olhou para mim com um olhar sério, mas ao mesmo tempo preocupado. — Vou conversar com a Camila. Ver o que a gente pode fazer, mas o Endrick pode vir atrás de você a qualquer momento. Quando chegamos na frente do meu prédio, eu agradeci pela carona. Estava meio atordoada com tud

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