Camila Narrando Eu, o Cássio e a Ludmilla pedimos mais uma rodada de bebidas, a Lud tirou o tablet da bolsa e começou a mexer, fazendo o que sempre faz: hackear. O tablet dela era praticamente blindado, super seguro. Ninguém conseguiria invadir, a não ser que fosse algo determinado pela justiça, mas mesmo assim, eu sabia que a Lud se garante em tudo que faz. Ela tem uma confiança absurda na segurança do sistema que usa, um daqueles sigilos absurdos da corregedoria, só que turbinado do jeito dela. Enquanto eu e o Cássio trocávamos umas ideias, ela estava ali, entrando e saindo do sistema do comando vermelho, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Em certo momento, percebi que a Lud ficou mais concentrada, com a testa franzida. O que era estranho, porque ela geralmente fazia isso c

