Victória Siqueira Pernas trêmulas, me dando a falsa sensação de que a qualquer momento eu iria ao chão. Calafrios e meu ventre pulsando dentro de mim. Arrepiada, como se todos os pelos do meu corpo quisessem abandonar a minha pele. Boca dormente, pois quem conseguiria parar de beijar esse homem? Nunca havia sido beijada daquela maneira, ele sugava minha língua e meu corpo respondia a cada uma de suas investidas de forma latejante e vibrante. Era uma sensação parecida a quando andei de montanha-russa no Tivoli Park. Sua língua tocava o céu da minha boca como um violinista toca as cordas do seu instrumento, com delicadeza e firmeza ao mesmo tempo. Mordiscava meus lábios e quando eu pensava que ele pararia, me permitindo tomar fôlego, o homem apertava ainda mais o meu corpo junto ao seu,

