Saí do banheiro enrolada na toalha. Abri o armário onde deixei minhas roupas, mas aí bateu a ideia de trancar a porta com a chave até me trocar. — d***a! Tentava girar a chave e nada. Estava literalmente emperrada. Visualizei cada canto dos batentes, buscando o empecilho. E notei outro trinco de porta na parte de cima do batente, um dispositivo a mais de segurança. O problema estava em alcançar. Ergui meu braço e nada de alcançar. Levantei o meu corpo na ponta dos pés e naquele momento fui surpreendida com a porta se abrindo. — Diana ? — Sobressaltada por causa da voz grave, rouca e contagiante demais, irremediavelmente a toalha caiu aos meus pés. Eu me desequilibrei e fui parar com as duas mãos no peito duro, e magnífico dele. Suas mãos grandes, maravilhosas e quentes espalmaram mi

