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655 Palavras

Ele me soltou e se afastou. Reprimi um gemido, os músculos latejando, meu corpo inteiro lamentando a perda. — Bem, com licença, senhor e mestre — soltei, minha voz carregada de desafio. Perder um orgasmo tinha me deixado irritadiça, sem filtro, sem instinto de sobrevivência. Eu simplesmente continuava me esgueirando, provocando. — Eu não sabia que você tinha assumido todas as funções do meu corpo. — Tudo, Rose. Tudo de você pertence a mim — ele disse. Balancei as pernas para o lado da cama, o metal da corrente tilintando contra o piso. — Nesse caso, seu estômago está com fome. Me alimente. Ele veio para a beira da cama e se agachou ao lado da corrente. O corpo dele bloqueava minha visão, escondendo o mecanismo do cadeado. Próxima vez. Alguma hora ele vai escorregar. Voltou com a corre

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