— Damon! — gritei pela milionésima vez, até minha garganta arder. — Damon! Minha voz morreu no silêncio, sem resposta. Frustrada e humilhada, deixei a cabeça cair contra o colchão. Ele me deixou aqui, amarrada à cama como se eu não fosse nada. Eu não fazia ideia de quanto tempo havia se passado. Dormi por alguns instantes e agora a luz do sol se infiltrava pelas persianas, me lembrando cruelmente do tempo. Já devia estar há uma hora chamando por ele, em vão. Deuses… ele realmente me deixaria aqui? — e******o… — murmurei, sentindo o gosto seco da minha própria voz. Minha garganta queimava, e as outras necessidades do corpo também não podiam mais ser ignoradas. Como eu me deixei chegar a esse ponto? Não podia alegar ignorância. Meu pai sempre me alertou sobre os perigos lá fora. Eu dizia

