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741 Palavras

Prendi as pernas dela com uma das minhas, usando a outra mão para segurar suas costas. Ela lutou um pouco, só por aparência, e depois cedeu. Senti o corpo dela ficando solto, lânguido, aceitando cada golpe que eu aplicava em sua b***a nua. No que dizia respeito a palmadas, eu estava sendo leve — o suficiente para arder, mas não para machucar. Mesmo assim, cada vez que minha mão descia perto da v****a dela, eu sentia sua respiração falhar e os quadris dela se moverem, quase imperceptíveis. Usei minha perna para separar mais as coxas e vi, com satisfação, as dobras dela brilhando. — Você está indo tão bem — ronronei. — Submetendo. Tomando seu castigo. Uma menina tão boa. Ela não respondeu, mas eu não precisava de palavras. O líquido escorregadio que vazava entre as pernas dela, molhando a

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