E então ele me tocava, e o mundo inteiro ficava nebuloso. Primeiro, demorou, como sempre fazia: a mão deslizando pelo meu joelho, empurrando minhas coxas para abrirem mais, marcando minha pele com pequenos golpes que ardiam direto no meu núcleo. Ele sempre me inspecionava desse jeito, e eu… eu sempre cedia. Estava sempre molhada, e quando ele parava, o que restava era a mesma verdade c***l: eu queria mais. Balancei a cabeça, incapaz de conciliar a feiura da minha situação com as coisas bonitas e impossíveis que ele me fazia sentir. — Pobre b****a negligenciada — ele zombou, o polegar acariciando de leve minhas dobras úmidas. Eu odiei o tom. Eu odiei a ele. Mas não queria que ele parasse. Não agora. Talvez, já que ele estava falando comigo de novo, talvez ele finalmente tivesse decidido

