Seu rosto suaviza quando ele se inclina para frente. — É porque você ouviu falar sobre Ksenia? — Seus olhos procuram os meus, e o que quer que ele veja ali faz suas pupilas se expandirem, transformando sua íris de marrom-escuro para um preto brilhante e intenso. Sua voz baixa, se aprofunda. — Alinyonok… Eu engulo em seco e evito seu olhar enquanto meu rosto fica ainda mais quente. Não por excitação ou constrangimento, mas por culpa. Culpa terrível e cortante por eu deixá-lo pensar isso quando está tão longe da verdade. Quando minha família está prestes a infligir outra perda à dele. Para me recompor, tomo um gole da minha bebida antes de encontrar seus olhos novamente. — Como é... — Eu respiro. — Como sua família está lidando com tudo? Sua irmã teve um filho, certo? Ele assente, sua exp

