[...] Quando me aproximei do quarto onde Camila estava, parei ao ouvir choros. Pensei em entrar para saber o que estava acontecendo, mas me detive ao ouvir a voz do pai dela. Ele também veio. Achei que ele não viria, mas, para surpresa de todos, ele veio. Hélio — Você está linda, minha filha. Sei que painho bebe umas cachaças de vez em quando, fala e faz umas besteiras. Mas estou sem beber desde o dia em que Helena chegou. Queria beber um gole hoje, mas não ia fazer feio na sua festa e te fazer passar vergonha. Desculpa esse velho torrão aqui por tudo que disse e fez. Não só a você, mas ao seu irmão também. Eu tenho muito orgulho de vocês dois. E não se preocupe não, painho não vai beber. Adriano — O senhor pode beber, painho. Só não pode beber demais para dançar até o chão descendo na

