Passei pelo alvoroço na sala e subi as escadas correndo, indo direto para o quarto das minhas filhas. Precisava ver com os meus próprios olhos se nenhuma delas estava machucada, principalmente a minha Gabrielle. Como aquele infeliz ousou dizer um absurdo daqueles? Gabrielle é minha filha, minha princesinha. Como pode haver tantas pessoas no mundo com esse tipo de pensamento doente? Só de imaginar que ele se aproximou dela, sinto uma vontade imensa de matá-lo. Mas vou deixá-lo como exemplo... preciso descobrir quem mandou o desgraçado. O infeliz não abriu a boca. Respirei profundamente e bati na porta. Logo ouvi a voz da minha mulher: — Entra! Assim que entrei, a Gabrielle correu na minha direção e pulou nos meus braços. Analisei todo o seu rostinho. Ela se aproximou de mim e disse: G

