[…] Depois de ter desfrutado do buffet e feito a social com os amigos, fui puxado por Gabrielle, que me arrastava de um local para outro. Henry — Para onde está me levando? Perguntei, enquanto seguíamos por um caminho diferente, pelos fundos da casa. Gabrielle — Ver quando a boate vai começar a funcionar. Franzi a testa, sem entender o porquê ela escolheu o caminho mais longo, em vez de ir pela frente. Henry — E por que estamos indo pelos fundos? Ela riu e respondeu: Gabrielle — Tia Alyssa e a bisa Valentina ainda não cansaram de tirar fotos minhas. Elas se empolgaram demais. Ri com sinceridade. Minutos depois, estávamos adentrando a boate, que havia ficado perfeita. Ela soltou meu braço e se encaminhou até o DJ, falou algo com ele e, em seguida, foi até o bar improvisado que fic

