Capítulo 388

1139 Palavras

[...] Eu não conseguia manter o foco em nada, só pensava no que Fernanda queria insinuar. Sofia é minha filha, ainda que não tenha saído da minha barriga nem do meu sangue. — Para de chorar, amor. Não importa o que as pessoas digam, Sofia é sim sua filha. Talvez mais sua do que minha. Mesmo que um dia ela descubra que você não é mãe de sangue dela, a ruiva te escolheu. Sabe que a Rôse, antes de morrer, queria entregá-la a mim porque viu que você era uma pessoa amorosa. Funguei, sentada no colo dele, agarrada ao seu pescoço. — E se ela me odiar, amor? Tenho medo. — Besteira! Sofia ama você, nunca a odiaria. — Você deveria ter deixado arrebentar a cara dela, paquita do capeta. Ela mexeu com a minha filha, cruzou uma linha inadmissível. Ele riu e alisou meus cabelos. — Se eu permitiss

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