Dominic: Eu precisava manter Henry sob vigilância. Não estava preocupado com o desgraçado que teve a audácia de aparecer na festa, eu sabia que ele viria. O que realmente me inquietava era a fúria m*l contida do meu sobrinho. Eu conheço Henry. Sei que ele a colocaria em primeiro lugar, que não estragaria o momento dela. Mas se aquele infeliz fosse burro o suficiente para se aproximar da minha filha, tentando extravasar a raiva que vinha contendo desde o instante em que a viu dançar com Henry, então haveria uma explosão. E, dessa vez, nem mesmo eu conseguiria contê-lo. Eu sabia: Henry não permitiria que aquele filho da mãe se aproximasse da Gabrielle. Esse foi um dos propósitos da sua vinda ao Brasil. Sorri ao vê-la dançar com o tio Charles. Ele era o último. Algo havia sido desperta

