Dominic: Depois que fizemos a busca nos lugares para onde os meninos nos levaram, voltamos. Escureceu, e precisávamos de equipamentos adequados. Eu fazia tudo no automático, mas não podia demonstrar o meu desespero. Não encontramos nem mesmo o filho da Lorena. Pulei da lancha. Estava travado em uma batalha interna entre avisar a guarda costeira ou não. Estamos na p***a de um país muçulmano, minha filha é jovem e linda. Posso colocá-la em risco, nas mãos desses doentes. E, para piorar o meu desespero, encontramos apenas o jet em que ela estava. O primeiro que surgiu no meu campo de visão foi o sheik. Encarei-o e perguntei, apertando o celular na mão: — Onde está a p***a do seu sobrinho? Ele me encarou e respondeu sério, sem deixar espaço para dúvidas: Rachid — Mandei-o de volta para

