Edgar narrando...
Como muitos sabem, eu sou o pai da Amara, sou viúvo, porém recomecei à minha vida com Safira, sei que muitos criticam que ela só está comigo pelo dinheiro, talvez seja isso mesmo, mas acredito que com o passar dos anos, ela aprenda a me amar, e sem contar, que tudo o que eu quero ela faz para mim e está sempre disponível para mim... Não, eu não esqueci à Amara, eu só não acho correto o jeito que ela vive à vida dela, ela é uma mulher e deveria se comportar como tal, fico me perguntando onde que erramos na criação dela.
Não que eu tenha sido um exemplo de homem, longe disso, infelizmente, eu pequei, traindo à minha falecida mulher e tendo um filho fora do casamento, é, além de Amara, eu tenho um filho, ele é novo, tem por volta de seus 21 anos, mas eu m*l tenho contato com ele e muito menos com à mãe dele, quase ninguém sabe disso, e eu prefiro que seja assim, já pensou que vergonha, à minha cara estampada em todas às manchetes com a seguinte frase "Filho fora do casamento, Sr Edgar comete um dos maiores pequenos, e tem um bastardo!". Deus me livre, eu nunca imaginei que à Soraya pudesse engravidar, ela sempre acreditou que eu iria largar à minha mulher por causa dela, mas eu nunca fiz isso, apesar de tudo, à minha mulher era o meu mundo, tudo o que eu tinha.
A partir de quando Soraya descobriu à gravidez e tivemos uma briga feia, onde eu falei que nunca largaria à minha mulher, ela simplesmente, mudou demais, nunca mais se quer demonstrou um pingo de admiração ou amor por mim, e ela era louca por mim, mas para mim, foi até melhor assim, porém, eu cumpro com às minhas obrigações e todo mês eu deposito um alto valor na conta dela, para ela se virar com ele, apesar que eu acredite que hoje em dia, ele já seja um homem feito e trabalhe, mas igual... Estava sentado no meu escritório quando a Safira passou pela porta com uma linda camisola de ceda, a mesma me olhou e deu um daqueles seus sorrisos que eu sou completamente apaixonado, ela veio até mim e sentou-se no meu colo.
Safira: Amor, estou tão cansada, mas estou sentindo à sua falta na cama, você não irá se deitar? — ela pergunta manhosa e eu aperto o seu corpo contra o meu.
Edgar: Estou indo agora, minha querida! — digo dando um selinho em seus lábios...
Subimos para o quarto e eu deitei sob à cama, logo à Safira deitou-se também, puxei ela para cima de mim e a mesma deu uma gargalhada gostosa de se ouvir, fui beijando todo o seu corpo, e logo ela estava do jeitinho que eu gosto, totalmente entregue e cavalgando gostoso em cima de mim!
Edgar: Deliciosa! Arg... — gemo e aperto ela contra mim.
Safira: Ahh! Amor, eu tô quase. — ela geme manhosa e eu começo a entrar e sair mais rápido, pressiono firme dentro dela e continuo esse vai e vem, não demora muito para ela gozar e eu também. — Deus, você sempre me deixa exausta. — ela fala caindo sob o meu peito.
Edgar: E olha que o mais velho de nós, sou eu. — digo brincando e dando um beijo no topo da sua cabeça.
Safira: É o meu velho, mas de velho não tem nada, sabe me pegar com jeitinho. — ela diz sorrindo e me beijando. — Vamos tomar banho e dormir, eu estou muito cansada. — ela fala e eu confirmo.
Fomos em direção ao nosso banheiro, ela ligou o chuveiro e tomamos um banho rapidinho, saímos e ela colocou à camisola, enquanto eu permaneci só de cueca, puxei ela para deitar sob o meu peito e não demorou muito para ela adormecer, fiquei por uns minutos admirando ela e o quanto ela é linda... Depois de longos minutos, acabei dormindo.
Acordei na manhã seguinte e ela já não estava mais na cama, fui até o banheiro e coloquei o meu roupão, fiz às minhas higienes e desci em direção à cozinha, ela estava lá, com um sorriso radiante no rosto, me esperando para tomarmos café.
Safira: Bom dia, amor, estava esperando por você, à Clara já preparou o nosso café.
Edgar: Bom dia, minha princesa. — digo dando um selinho na mesma. — Bom dia, Clara.
Clara: Bom dia patrão, espero que tenham um ótimo café da manhã. — ela fala se retirando da cozinha.
Safira: Que bicho mordeu ela? A mesma estava normal agorinha. — ela fala e eu dou de ombros...
Terminamos o café quando eu escuto batidas na porta, a Safira vai até à mesma e abre, quando percebo quem é o meu sangue ferve, mas noto uma presença feminina atrás dele, uma moça muito bonita por sinal, ele entrou na minha casa e veio caminhando até mim que estava escorado no batente da porta com os braços cruzados.
Edgar: O que faz aqui em minha casa? Já falei que não é bem vindo!
Adrian: f**a-se, eu nem faço questão de vir aqui, só costumo aparecer, por causa da Amara, mas eu vim te dar um recado, eu vi o rosto e o braço dela, às marcas que você deixou, nunca mais encosta um dedo nela, se não eu não sei do que sou capaz. — ele fala apontando o dedo em minha cara e eu caio na gargalhada.
Edgar: Olha, honestamente, você não me assusta em nada, eu não tenho medo de você, moleque!
Adrian: Pois deveria começar à ter. — ele fala me encarando sério e vira às costas saindo dali.
Safira: Ele é o pai dela, você não deveria se meter em assuntos relacionados à família. — a minha mulher diz e eu confesso que fico admirado com à sua atitude.
Adrian: E você deveria deixar de ser menos p.uta! — ele fala e sai dali e a Safira me olha desacreditada e eu estou mais desacreditado ainda.
Edgar: Ignore, querida! Isso não ficará assim, agora venha. — puxo ela para mim, que me abraça e sinto às suas lágrimas escorrerem.
Quem aquele filho da p.uta pensa que é, eu sou o pai da Amara e faço o que eu quiser, eu só quero o melhor para à minha filha e se ela não tomar um rumo em sua vida por bem, vai tomar por m*l, eu decidirei o caminho dela, mas não vou deixar ela se afundar, ela é uma mulher digna e carrega um sobrenome pesado nas costas, mesmo ela não carregando mais o meu sobrenome, ainda carrega o de sua mãe, que também é um sobrenome muito forte e conhecido, mas confesso que, Amara e Adrian, estão fazendo um ótimo trabalho naquela empresa e estão ficando reconhecidos de tal forma!
Edgar: Suba para o quarto para descansar um pouco, o que acha de mais tarde ir ao shopping torrar um pouco de dinheiro? — falo segurando o seu rosto e a mesma dá um sorriso.
Safira: Acho uma ótima ideia, obrigada amor. — ela diz me dando um selinho e logo sobe para o nosso quarto, enquanto isso, eu vou em direção ao meu escritório e vejo que Clara está aqui, fechou à porta e a mesma me olha sem jeito.
Edgar: O que deu em você, essa manhã? — pergunto me aproximando dela.
Clara: Nada, não deu nada em mim! — ela fala ríspida e eu me aproximo dela e impresso ela na parede.
Edgar: Não foi o que me pareceu, e a minha mulher também notou, então preste atenção em suas atitudes. — digo e ela me olha confirmando, eu tomo à sua boca em um beijo e ela me empurra.
Clara: Isso não irá mais acontecer entre nós dois, e já lhe aviso, serão os meus últimos dias aqui, e melhor começar à procurar por outra pessoa. — ela fala me empurrando e saindo da minha sala.