Capítulo 14

1491 Palavras
Dante narrando... Eu estava observando todos no Cassino se divertindo, alguns ganhando, outros perdendo, alguns dançando, outros bebendo e curtindo a companhia de adoráveis damas, eu amo esse lugar, graças à ele que eu consegui seguir com a minha vida, eu sempre fui correria, desde pequeno, não tinha nada, mas corri atrás para ser alguém na vida, e agora, sou dono de várias empresas e de um Cassino, sou um CEO com o nome muito reconhecido, mas não costumo comparecer em reuniões, jantares e bailes que eles dão, raramente eu coloca à minha cara por lá... Eu prefiro mais é ficar por aqui, no meu império, onde eu mando e desmando, ou tudo é exatamente do jeito que eu sempre sonhei... Quando eu tinha 12 anos, eu conheci o Castiel O'Brien, eu era sozinho nesse mundo, mas sempre em busca da minha melhoria, eu me esforçava para não passar fome e ter um lugar para dormir, me virava nos trinta, como costumam dizer, desde vender balinha no semáforo, à limpar os parabrisas do carro, eu sempre fui em busca do meu, nunca me viram sem um sorriso no rosto, apesar de tudo o que eu vinha enfrentando, eu estava sempre indo enfrente... Os meus pais, esses eu não gosto nem de lembrar, se eu vivi na merda por anos, foi por culpa deles dois, ambos eram viciados, eles já tentaram até me vender, mas graças à Deus, nunca tiveram sucesso nisso... Castiel acabou se tornando o meu pai, ele era sozinho e era dono de muitas empresas, ele era super reconhecido e disse que quando ele morresse, tudo aqui iria ficar para mim. Eu fiquei em choque, mas muito feliz, sabia que eu tinha ganhado na vida... Procurei sempre ser um bom filho e sempre o ajudei em tudo, ele disse que eu precisava ser implacável, então ele me treinou para assumir tudo, ele disse que nessa vida de CEO, alguns não se envolvem com o errado, mas muitos sim, e nisso, a gente tem que aprender a ser r**m, não para todos, mas para podermos enfrentar aqueles que não prestam, eu conheci diversas pessoas, tanto do bem, quanto do m*l, fui crescendo e sendo reconhecido por todos, e lembro que quando o meu pai estava doente em sua cama, ele me chamou e deu um daqueles seus sorrisos confortantes... Castiel: Você se tornou o homem que eu sonhei que seria, na realidade, até melhor, você sabe ser bom e sabe ser m*l, e isso é perfeito, ninguém te para, meu menino, você pode ganhar esse mundo se quiser. — ele fala e passa a mão no meu rosto. — Eu te amo muito e obrigado por ser esse filho incrível que foi para mim, durante esses anos. Dante: Eu sempre irei carregar o seu nome comigo e farei ele ser lembrado e honrado, sou quem sou hoje, graças ao senhor. Castiel: Não, você é quem é hoje, graças à você e a sua força de vontade de viver, eu só dei um empurrãozinho, mas você fez o seu nome, nesse mundo que vivemos, não tenha dúvidas disso, eu só abri às portas. — ele fala sorrindo e eu confirmo. Dante: Eu te amo, papai! — dou um beijo em sua testa e fico ali com ele por mais alguns minutos. Depois dessa nossa conversa, quando chegou à noite, ele partiu, eu fiquei por um bom tempo dentro de casa, sem sair, sem ver ninguém, mas eu lembrei de tudo o que eu e ele já conversamos e eu sabia que ele não iria querer me ver desistir, eu sempre falei para ele que queria ser um cara reconhecido e dentro de casa, eu não iria fazer isso, então decidi voltar a minha realidade, ainda dói, dói muito, mas eu estou aprendendo a conviver com essa dor... Infelizmente, eles não são eternos... Eu aprendi muito com ele e sempre colocava em prática tudo, principalmente depois que ele morreu, lembro que muitos quiseram tomar pose do que era dele, mas ele deixou tudo para mim e eu até hoje cuido de tudo para ele, à mansão, eu melhorei a mesma, mas sempre deixando com os toques dele, não queria que eu entrasse lá e parecesse que ele nunca sequer existiu, não, eu queria lembrar dele sempre, tanto que eu fiz um quadro grande meu e dele e coloquei na minha sala, sempre quando tive um dia péssimo, eu vou até à sala onde fica o quadro, me sirvo uma boa dose de whisky e bebo enquanto desabafo com ele. Muitos tentaram me derrubar, mas todos falharam nisso, além de ser reconhecido com um CEO excelente, no lado obscuro, eu também sou muito reconhecido, mas como um CEO implacável e impiedoso, eu não faço m*l para às pessoas de bem, pelo contrário, o meu acerto de contas, são sempre com aqueles que não prestam. Bom, eu sou o Dante O'Brien, tenho 31 anos e sou dono de um dos cassinos mais conhecidos aqui da cidade... Costumo dizer que os jogos e o Cassino foi à minha válvula de escape, quando eu perdi o meu pai e não queria mais sair de casa, foi graças à eles que retornei com tudo, comecei a conhecer mais sobre o mundo dos jogos e fiquei fascinado, então decidi abrir o meu próprio Cassino, novo e dono de um grande negócio, até hoje, muitos sentem raiva de mim, mas eu não ligo... Estava me retirando do Cassino quando observei uma mulher linda, sentada ao Hall bebendo, chamei um dos meus homens e ele me olhou vindo até mim. Dante: Quem é ela? — pergunto à ele e aponto para a mesma, quando ele nota de quem estou falando e abre um sorriso, eu já não gosto muito. Will: Ela é a Senhorita Banks, uma mulher extraordinária e amante dos jogos, principalmente do Poker. — ele fala e eu confirmo, ele se retira e eu analiso ela por mais alguns minutos, até que o seu olhar encontra o meu, e sinto eletricidade por todo o meu corpo, me retiro dali e vou em direção à minha mansão... Assim que chego em casa, vou direto para o banho, mas o olhar daquela mulher não sai da minha mente, o seu jeito de menina mulher, o olhar chamativo e o sorriso sedutor, p.orra! Ela é deslumbrante... Saio do chuveiro e me joguei na cama, tentando tirar os pensamentos dela, mas era quase impossível, depois de muito custo, eu finalmente dormi. Decidi que eu iria com mais frequência no Cassino e vi ela algumas vezes por lá, peguei o número dela no sistema e a mesma só usa o sobrenome aqui, acredito que seja para preservar à sua identidade, mas comigo não funciona assim, eu logo descobrirei quem ela é de verdade... Vi a mesma sentada no Hall, mas dessa vem com dois parceiros de Poker, Alan e Wilson, eu conheço eles, eles me dão muito dinheiro, inclusive... Fiquei ali, observando ela, até que os nossos olhares se encontraram de novo, sai dali e mandei uma mensagem para a mesma, eu queria que ela soubesse que eu estava de olho nela... Depois da primeira mensagem, deu o acaso de eu ir no restaurante tratar sobre negócios e encontrar ela lá, porém eu não gostei nem um pouco do fato de ela ter dado um presente para aquele cara, outro que eu farei questão de descobrir quem é, ela deu para à moça também, e eu fiquei só analisando ela, que percebeu à minha presença, quando fechei o negócio com o meu cliente, eu me retirei de lá, fui para à minha mansão, mandei mensagem para ela que me respondeu, ela sabia quem eu era, e quando ela só visualizou, me deu ainda mais a certeza disso, abri um sorriso e decidi que hoje eu iria para o Cassino, e mais precisamente, para à sala de Poker, eu espero que ela apareça por lá... Assim que cheguei no Cassino, todos me cumprimentaram, a grande maioria não sabe que eu sou o Dono e eu prefiro assim, fui em direção à sala de Poker e o Will me olhou surpreso e abriu um sorriso. Will: Chefe, é uma honra ter você conosco hoje. — ele fala e eu confirmo e dou um sorriso, Wilson e alguns outros homens estão aqui, mas ela não, logo o Alan chega e quando ele diz que a mesma está vindo, eu abro um sorriso. — Se me derem licença, irei buscar um balde com gelo e whisky. — ele fala e eu confirmo. Ficamos ali e logo a porta é aberta, escuro à voz de Will e logo em seguida, a voz de uma mulher, o meu olhar vai automático para à porta, e quando à mesma passa, eu fico impressionado com tamanha beleza, o seu olhar se encontra com o meu na mesma hora e eu abro um leve sorriso para à mesma, que retribui o sorriso.
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